Cinco bahá’ís do Irão com penas de prisão mais reduzidas

| 11 Fev 2019 | Breves, Últimas

Um tribunal de recurso da província de Fars, no Irão, reduziu as penas de prisão de cinco crentes bahá’ís para um total de 30 meses de prisão. De acordo com a HRANA News Agency – a agência de informação dos activistas de direitos humanos no Irão –, em Agosto de 2018, cada uma destas cinco pessoas tinha sido condenada à revelia a um ano de prisão e um ano de exílio interno, pelo tribunal revolucionário da cidade de Shiraz. Nessa primeira condenação, nem os arguidos nem os seus advogados foram notificados.

Os bahá’ís do Irão têm sido sistematicamente privados de liberdade religiosa, apesar de o Irão ser signatário de várias convenções internacionais sobre direitos humanos e civis. Actualmente, vivem no Irão mais de 300 mil bahá’ís, sendo a maior minoria religiosa não-muçulmana do país. No entanto, a constituição da República Islâmica apenas reconhece o islão, o cristianismo, o judaísmo e zoroastrismo como religiões.

Breves

O 7MARGENS na Rimas e Tabuadas, em Guimarães

Na Rimas e Tabuadas Livraria-Café, em Guimarães, decorre esta sexta-feira, a partir das 21h30, uma conversa sobre o 7MARGENS. Nela participam três dos elementos dinamizadores do projecto (Manuel Pinto, Eduardo Jorge Madureira e António Marujo), bem como as...

Bispos americanos opõem-se à execução de prisioneiro condenado à morte

Na notícia evocam a carta pastoral da Conferência Episcopal dos Estados Unidos contra o racismo de nome “Abram os corações – A chamada para o amor” que afirma que “o progresso contra o racismo na sociedade não pode obstruir os problemas fundamentais com o sistema de justíça se o mesmo mancha a aplicação das leis.”

Boas notícias

É notícia 

Cultura e artes

A Palavra, de Carl Dreyer: Provas de Vida

“Discute-se muito o milagre final de A Palavra, mas muitas vezes todos os outros que passam precisamente por esta potência da palavra e do gesto são esquecidos como momentos inesperados de mudança.” A crónica de cinema de Sérgio Dias Branco.

Via Sacra na Noite de Natal

Poderosa é Julia Roberts, no papel desta “mãe coragem”. Nunca o amor lhe deu um rosto tão belo. Acreditem. Fala-se do filme “O Ben está de Volta”.

Pessoas

Sete Partidas

Bruno Ganz – um sopro de eternidade e um dia

Caso alguém precise de uma prova de que Deus existe e me tem muito amor, aqui está ela: uma vez convidaram-me para contracenar com Bruno Ganz numa encenação relativamente privada da peça “Coração a Gás”, do dadaísta Tristan Tzara. Como Deus existe, e gosta muito de mim, arranjou de eu nesse dia ter um compromisso noutra cidade. Assim se pouparam dois recordes Guinness: o meu embaraço e a vergonha alheia do Bruno Ganz.

Visto e Ouvido

Agenda

Fev
25
Seg
Estreia do documentário “Energia Para Mudar”, e debate com Francisco Ferreira (Associação Zero) e Pedro Walpole, sj (Plataforma EcoJesuit) @ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (sala 3.2.13)
Fev 25@17:30_18:30
Debate: papel da comunicação social na protecção da democracia e na eliminação ou promoção do discurso do ódio @ Casa da Imprensa
Fev 25@18:30_20:00

participam:

Jesús Carmona, diretor para os  Media do Parlamento Europeu;
José Manuel Pureza, deputado e professor universitário;
Marisa Torres da Silva, professora universitária e investigadora
Luzia Moniz, jornalista e presidente da Paderna (Plataforma para o Desenvolvimento da Mulher Africana)

Fev
26
Ter
Jornadas Para Acordar – Do despertar pessoal aos Acordos para a Transição Ecológica Justa @ Centro Univº P. Antº Vieira - Lisboa
Fev 26@18:00_20:30

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Entre margens

Escutar a morte entre câmaras e microfones

Em Guimarães, decorre até domingo, dia 24, o congresso A Morte – leituras da humana condição; o jornalista Manuel Vilas Boas interveio na mesa redonda sobre A decisão jornalística: Quando a morte (não) é notícia; aqui se regista o texto da intervenção.

Em Cristo para a vida do mundo

Enquanto esperamos as conclusões do encontro no Vaticano, sobre os abusos sexuais, e nos dispomos a levar à prática as indicações que nos vão ser dadas, apressemo-nos a lutar contra o clericalismo como uma boa maneira de acabar com todas estas formas de abuso.

Homossexualidade e clero católico

A questão da homossexualidade de muitos padres católicos não é para mim irrelevante, porque discordo da contradição intrínseca que consiste na existência de um clero obrigado a papaguear um discurso condenatório da homossexualidade, quando esse mesmo clero também é, em percentagem decerto discutível, constituído por muitos homossexuais.

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