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Leia aqui os contributos para o Sínodo 2023

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Cristianismo

Outras Religiões

Cristianismo

António Vaz Pinto (1942-2022): o padre dinamizador

Jesuíta morreu aos 80 anos

António Vaz Pinto (1942-2022): o padre dinamizador

Por onde passou lançava projectos, dinamizava equipas, deixava-as a seguir para partir para outras aventuras, sempre com a mesma atitude. Poucos dias antes de completar 80 anos, no passado dia 2 de Junho, dizia na que seria a última entrevista que, se morresse daí a dias, morreria “de papo cheio”. Assim foi: o padre jesuíta António Vaz Pinto, nascido em 1942 em Arouca, 11º de 12 irmãos, morreu nesta sexta-feira, 1 de Julho, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde estava internado desde o dia 8, na sequência de um tumor pulmonar que foi diagnosticado nessa altura.

Abusos sexuais: “Senti que não acreditavam em mim”

Testemunho de uma mulher vítima

Abusos sexuais: “Senti que não acreditavam em mim”

Na conferência de imprensa da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa, que decorreu quinta-feira, 30 de junho, em Lisboa, foram lidos três testemunhos de vítimas de abusos, cujo anonimato foi mantido. Num dos casos, uma mulher de 50 anos fala do trauma que os abusos sofridos lhe deixaram e de como decidiu contar a sua história a um bispo, sentindo ainda assim que a sua versão não era plenamente aceite como verdadeira.

A “nuvem escura que nunca larga” as vítimas de abusos sexuais

338 casos já validados

A “nuvem escura que nunca larga” as vítimas de abusos sexuais

17 casos já entregues ao Ministério Público, todos de padres que podem estar ainda no activo; 338 testemunhos validados, com um peso importante de situações ocorridas no confessionário. Uma maioria de vítimas que, ainda assim, continua a considerar-se como católica. Após quase seis meses de trabalho, a Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa fez um novo balanço. E apresentou três depoimentos de vítimas que querem ajudar a que outras como elas também falem e que pedem à Igreja um gesto de reparação.

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Sociedade

Boas notícias

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Quando os padres não abusadores são as vítimas colaterais dos abusos do clero

Encontro “Cuidar” em Lisboa

Quando os padres não abusadores são as vítimas colaterais dos abusos do clero

“O que encontramos assusta-me: desilusão, depressão, crise existencial, perda de identidade, fim da relação entre presbíteros, perda de confiança na instituição e na hierarquia.” O diagnóstico cáustico é feito ao 7MARGENS pelo padre inglês Barry O’Sullivan, 61 anos, da diocese de Manchester, que estudou o impacto dos abusos sexuais entre os padres não abusadores.

Boas notícias

Doação de ara romana reforça espólio do Museu D. Diogo de Sousa

Ocaere, divindade autóctone

Doação de ara romana reforça espólio do Museu D. Diogo de Sousa

A doação de uma ara votiva romana guardada ao longo de várias décadas pela família Braga da Cruz, de Braga, enriquece desde esta sexta-feira, dia 1, o espólio do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa (MADDS), estando já exposta para fruição do público. A peça, que passou a integrar a coleção permanente daquele Museu, foi encontrada num quintal particular no município de Terras de Bouro, pelo Dr. Manuel António Braga da Cruz (1897-1982), que viria, depois, a conseguir que o proprietário lha cedesse.

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Pessoas

Cultura

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Lápide gaélica foi proibida num cemitério inglês — e ganhámos uma bela canção

Novo disco dos Fontaines D.C.

Lápide gaélica foi proibida num cemitério inglês — e ganhámos uma bela canção

A Igreja de Inglaterra proibiu uma inscrição em irlandês numa lápide fúnebre, em Coventry, argumentando que a frase teria de ser traduzida para inglês para que as pessoas não a confundissem com uma declaração política. A família de Margaret Keane foi para tribunal e ganhou – e os irlandeses Fontaines D.C. fizeram desta história uma belíssima canção.

Espiritualidades

Entre margens

Entre margens

As armas e a vida

As armas e a vida

Quando se discute esta questão da maior ou menor facilidade de acesso à posse de armas, e do mais ou menos restritivo regime legal desse acesso, não posso deixar de recordar vários casos com que lidei ao longo da minha carreira de juiz. Casos em que só o acesso a uma arma poderá explicar o seu desfecho trágico de perda de vida humanas.

Saúde mental dos jovens: a urgência de um novo paradigma

Saúde mental dos jovens: a urgência de um novo paradigma

A saúde mental dos jovens tem-se vindo a tornar, aos poucos, num tema com particular relevância nas reflexões da sociedade hodierna, ainda que se verifique que estas possam, muitas das vezes, não resultar em concretizações visíveis e materializar em soluções para os problemas que afetam os membros desta mesma sociedade. A verdade é que, apesar de todos os esforços por parte dos profissionais de saúde e também das pessoas, toda a temática é, ainda, envolvida por uma “bolha de estigmas”, o que a transforma numa temática-tabu.

Por onde pode começar a sinodalidade?

Por onde pode começar a sinodalidade?

  Será que os grupos que se reúnem para realizar como comunidade este percurso sinodal se lembram do gesto mais simples e mais evidente que o ser humano consegue identificar à distância? Um gesto que pode iluminar uma sala inteira sem se acender a luz? Um gesto...

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Sete Partidas

Sete Partidas

Acolher sem porquês

Acolher sem porquês

Eu e o meu namorado vivemos na Alemanha e decidimos desde o início da guerra na Ucrânia hospedar refugiados em nossa casa. Pensámos muito: nenhum de nós tem muito tempo disponível e sabíamos que hospedar refugiados não é só ceder um quarto, é ceder paciência, muita paciência, compreensão, ajuda com documentos…

A paz perpétua

A paz perpétua

Vamos “dançar” o Requiem de Fauré, e ligá-lo à tradição mexicana do Dia de los Muertos. A doçura da abordagem de Fauré, que nos propõe a morte como passagem para o paraíso, e o reencontro festivo com aqueles que amamos e passaram para o lado de lá. Um evento para ver, ouvir, cheirar, saborear e viver em proximidade. 

A Rússia de Kathie Guroff

A Rússia de Kathie Guroff

Mais do que compreender o que é a Rússia de Kathie Guroff, creio ir percebendo aquilo que não é. A Rússia de Kathie Guroff – tal como a Ucrânia de Kathie Guroff – não é feita de bons e maus. Nem de regimes. Nem de estratégias. Nem de geopolítica. Nem tampouco de ideias-feitas, estereotipadas, sobre uma cultura.

Sobreviver a cenários de terror

Sobreviver a cenários de terror

A série Terror em Paris, da Netflix, recorda o ataque terrorista ocorrido em Paris, em 2015. Quando estava a ver este documentário senti-me, naturalmente, perturbado com todos os testemunhos. No entanto, o último episódio dá conta de um par de situações que são de uma enorme comicidade – o que me apanhou completamente de surpresa.

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