22.500 moçambicanos combatem a fome com apoio de ONG portuguesas

| 12 Mar 2021

Cais fluvial no rio Buzi, uma das zonas mais afetadas pela passagem do ciclone Idai, em março de 2019. Foto: Daniel Rocha.

Dois anos após a devastação causada pelo ciclone Idai, a 11 de março de 2019, a que se seguiu, sete semanas depois, o furacão Kenneth, mais de 22 mil moçambicanos continuam a ser apoiados pela Cáritas Portuguesa, Associação de Defesa do Património de Mértola, Associação Luarte e Cáritas Moçambicana, coordenadas pela Oikos. O programa ajuda as famílias mais afetadas a assegurar, de forma autónoma e sustentável, a satisfação das necessidades alimentares e nutricionais do agregado familiar.

De acordo com o comunicado da Cáritas Portuguesa divulgado nesta sexta-feira, 12 de março, a prioridade atual passa por “proporcionar às famílias condições que lhes permitam produzir e garantir alimentos: foram feitas entregas de sementes (milho, feijão e gergelim) e materiais agrícolas na província de Sofala. Foram também criados diferentes campos de demonstração agrícola (‘escolas’) para ensino de novas técnicas de cultivo que permitam melhorar a eficiência na produção.”

As organizações envolvidas no programa de ajuda a Moçambique, que conta com o apoio do Governo português através do Instituto Camões, referem relatórios que estimam existirem no país mais de 2,9 milhões de pessoas que enfrentam, este mês de março, situações de “insegurança alimentar severa”.

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