25 Abril 50 anos

Maio depois de Abril – o impacto da Revolução em Fátima

Reportagem na TVI

Maio depois de Abril – o impacto da Revolução em Fátima

Numa reportagem especial da autoria do jornalista Joaquim Franco e emitida na TVI na noite do dia 13, reveem-se os dias da revolução no santuário de Fátima. Se as consequências na rotina dos crentes foram pouco significativas, as lideranças católicas e os responsáveis do santuário fizeram do local de devoção um púlpito para expor o olhar e as preocupações da Igreja.

Mais dinheiro, mais saúde, mais educação. Os 50 anos de democracia em 19 gráficos

Por oposição à mortalidade e analfabetismo antes de 1974

Mais dinheiro, mais saúde, mais educação. Os 50 anos de democracia em 19 gráficos

Com os dados dos Censos ao longo das décadas e do Instituto Nacional de Estatística (INE), a Renascença compara o nível de vida que o país tinha antes da revolução de 1974 com os números atuais, traça a evolução em áreas nevrálgicas como a saúde ou a educação – e que nem sempre batem certo com a perceção que os portugueses têm entre o país que viviam e aquele em que vivem agora.

Bíblia, Revolução e música de intervenção

Uma leitura de Alfredo Teixeira

Bíblia, Revolução e música de intervenção

«A canção, uma ‘casa comum’ para a memória da Revolução dos Cravos» é a proposta do compositor e antropólogo político Alfredo Teixeira para, musicalmente, reconhecermos o lugar da intervenção, encontrarmos cruzamentos com os textos bíblicos, e perceber como a revolução de 1974 teve a sua génese musical em 1971.

A resistência dos sindicalistas católicos ao Estado Novo

7MARGENS/Antena 1

A resistência dos sindicalistas católicos ao Estado Novo

Esteve na Base-FUT, na Ação Católica operária e, como jornalista, foi também sindicalista. A propósito do 1º de Maio, Cesário Borga fala da resistência dos sindicalistas cristãos à ditadura e das razões que os moviam; explica o pensamento autogestionário que se desenvolveu nas correntes católicas e as diferenças com várias correntes políticas, ao mesmo tempo que recorda nomes importantes em movimentos como a Liga Operária Católica, a Juventude Operária Católica, a Base-FUT, os Círculos de Cultura Operária e outros.

O diálogo entre cristianismo e marxismo antes do 25 de Abril

José Pedro Castanheira

O diálogo entre cristianismo e marxismo antes do 25 de Abril

Era um jovem militante da Juventude Universitária Católica e esteve presente no debate entre o filósofo Mário Sottomayor Cardia e o padre João Resina, meses antes do 25 de abril de 1974 e sem ainda sonhar que o seu futuro passaria pelo jornalismo. A 24 de abril frequentou a última cadeira do curso de Economia, na véspera da sociedade portuguesa mudar e, com ela, a vida de José Pedro Castanheira.

É o 25 de Abril e isso nos basta!

É o 25 de Abril e isso nos basta!

O 25 de Abril anda escondido por detrás dos balanços que dele fazemos. Daquilo que depois dele conseguimos concretizar e do que não fomos capazes de realizar. Incluindo o que ainda hoje continua por resolver na nossa sociedade ou nela emerge para nossa desgraça.

Uma experiência na construção da democracia:  O Serviço Médico na Periferia (1975-1982)

Uma experiência na construção da democracia: O Serviço Médico na Periferia (1975-1982)

Este ano, celebram-se os 50 anos do 25 de abril de 1974, data que assinala o fim da ditadura em Portugal.  Ao som da melodia da música “Liberdade”, de Sérgio Godinho, o país testemunhou uma série de conquistas democráticas que moldaram sua história. Nessa época, uma das prementes necessidades básicas da população portuguesa, a que era essencial responder, foi o direito de aceder a cuidados de saúde. Em linha com esta necessidade foi criado, em 1975, o Serviço Médico na Periferia (SMP). [Texto de Marta Cerqueira]

Ilustrar Abril e desfilar com os cartazes

Iniciativa da Amnistia

Ilustrar Abril e desfilar com os cartazes

Cinco ilustradores foram desafiados pela Amnistia Internacional para realizarem uma oficina de cartazes relativos ao 25 de Abril, e que podem depois ser usados no desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Bina Tangerina, Catarina Sobral, João Fazenda, Marcos Martos e Susana Carvalhinhos dão o mote ao tema “Protege a Liberdade”.

Os católicos que “salvaram” a Igreja

Redes, episódios e rostos

Os católicos que “salvaram” a Igreja

O empenhamento corajoso de muitos católicos favoreceu a Igreja no pós-25 de Abril, que deve a esses grupos e redes o facto de se ter diluído a conivência ou o silêncio cúmplice de parte da hierarquia com o regime do Estado Novo. Na altura da revolução, era uma Igreja em tensão e erosão aquela que se descobre.

Comissão Nacional Justiça e Paz alerta para extremismos

Na Mensagem sobre o 25 de abril

Comissão Nacional Justiça e Paz alerta para extremismos

A Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) alertou, em nota enviada às redações, para a persistência de “fenómenos de ausência de liberdade”, nos 50 anos da democracia em Portugal, alertando para o aumento da intolerância. “Das redes sociais ao espaço público, os silos ideológicos em que nos encerramos contribuem para o fechamento ao outro, para o aumento de discursos racistas, xenófobos ou de intolerância, e para o aumento de vozes pedindo políticas de muros”, refere o organismo católico, numa nota intitulada ‘Juntos, construímos os próximos 50 anos de Democracia e Liberdade’.

Fernando Giesteira, o transmontano vítima da PIDE/DGS no dia 25 de Abril de 74

“Para que a memória não se apague”

Fernando Giesteira, o transmontano vítima da PIDE/DGS no dia 25 de Abril de 74

A “Revolução dos Cravos”, apesar de pacífica, ceifou a vida a quatro jovens que, no dia 25 de abril de 1974, foram mortos pela PIDE/DGS, à porta da sede da polícia política do Estado Novo, em Lisboa, depois de cercada pela multidão. 50 anos passados, recordamos a mais jovem vítima da “revolução sem sangue”, de apenas 18 anos, que era natural de Trás-os-Montes.

O que faz falta é ler poesia, malta!

[O papel das estórias]

O que faz falta é ler poesia, malta!

“Quem disse que Abril é um mês?” A pergunta fá-la Nuno Higino no título de um dos 25 poemas que preenchem o seu mais recente livro, abril. E a resposta que apetece dar, ao lê-los, corre o risco de soar a cliché, mas cá vai: Abril é muito mais do que um mês – Abril é poesia.

A “afinidade” entre a música de intervenção e a mensagem de libertação cristã

Alfredo Teixeira em conferência dia 16

A “afinidade” entre a música de intervenção e a mensagem de libertação cristã

Podem algumas canções de intervenção ligadas à Revolução de 25 de Abril de 1974 relacionar-se com o catolicismo? O compositor e antropólogo Alfredo Teixeira vai procurar mostrar que há uma “afinidade” que une linguagem bíblica e cristã à música de Zeca, José Mário Branco, Lopes-Graça, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho e outros.

Qual foi o crime do “padre vermelho”?

7Margens/Antena 1

Qual foi o crime do “padre vermelho”?

Deputado “vermelho” e autarca, o padre José Martins Júnior foi suspenso durante 44 anos das suas funções na Igreja. Mas insiste em que o seu “crime” foi, depois do 25 de Abril, ajudar as populações. Readmitido em Julho de 2019, Martins Júnior conta, nesta entrevista, como foi suspenso e diz como olha para a política e a Igreja neste momento.

José Carlos Cantante: “A libertação era o tema que me mobilizava na música”

7MARGENS/Antena 1

José Carlos Cantante: “A libertação era o tema que me mobilizava na música”

“O tema que me marcou mais desde o início foi o da libertação: tinha a ver com o problema da falta de liberdade que havia na altura até 1974 e que eu percebi que era um tema fundamental, que me mobilizava.” A afirmação é de José Carlos Cantante, arquitecto de formação, compositor por vocação, autor de algumas dezenas de músicas para a liturgia católica, que aliam a sua experiência de vida e os temas que encontra na realidade à experiência crente e à reflexão sobre a Bíblia.

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Na Calábria, com Migrantes e Refugiados

Na Calábria, com Migrantes e Refugiados novidade

Estou na Calábria com vista para a Sicília e o vulcão Stromboli ao fundo. Reunião de Coordenadores das Redes Internacionais do Graal. Com uma amiga mexicana coordeno a Rede de Migrantes e Refugiados que abrange nada mais nada menos que 10 países, dos Estados Unidos, Canadá e México às Filipinas, passando por África e o sul da Europa. Escolhemos reunir numa propriedade de agroturismo ecológico (Pirapora), nas escarpas do mar Jónio, da antiga colonização grega. Na Antiguidade, o Mar Jónico foi uma importante via de comércio marítimo, principalmente entre a Grécia e o Sul da Itália.

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