Em Braga

“50 anos de liberdade” na voz de quatro artistas

| 24 Abr 2023

Postal alusivo ao 25 de Abril

Postal alusivo ao 25 de Abril. Ilustração de Daniela Gonçalves, aluna do Colégio Luso-Internacional de Braga, distribuído em 2020 a pessoas beneficiárias de apoio de refeições que um grupo de voluntários organizou em Braga.

 

A plataforma Communitas, da Universidade do Minho, organiza esta quarta-feira, 26 de abril, uma conversa com quatro artistas de gerações diferentes que vão testemunhar como foram afetados pela liberdade.

A iniciativa, intitulada “50 anos de liberdade”, junta no mesmo espaço – o salão de atos do Instituto de Ciências Sociais, no Campus de Gualtar, em Braga – Joana Gama, pianista e compositora; Adolfo Luxúria Canibal, letrista e escritor; Eleonor Picas, harpista; e José Miguel Braga, ator e encenador.

Volvidos quase 50 anos desde o 25 de Abril, esse “momento que mudou a história” do país, em que Portugal já viveu mais tempo em liberdade do que em ditadura, o desafio é “olhar para este marco através da perspetiva de uma geração que aprendeu a viver sem amarras”, iluminando o modo como “a música, a literatura e as artes … foram afetadas pela liberdade”.

“Será – salientam os organizadores – um momento de partilha e de reflexão, em que serão evocadas as conquistas obtidas ao longo dos últimos 50 anos e relembrados os momentos mais significativos da luta pela liberdade em Portugal”. E também “uma oportunidade para se debaterem os desafios que ainda persistem na atualidade”, acrescentam.

A sessão, com duração prevista de 90 minutos, tem início às 17h e é de entrada livre.

O Communitas é uma plataforma do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, que promove debates abertos à comunidade, sobre temas que se intersetam com os ritmos das agendas social e política.

 

sobre as águas

sobre as águas novidade

Breve comentário do p. António Pedro Monteiro aos textos bíblicos lidos em comunidade, no Domingo XII do Tempo Comum B. ⁠Hospital de Santa Marta⁠, Lisboa, 22 de Junho de 2024.

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Uma tarde para aprender a “estar neste mundo como num grande templo”

Na Casa de Oração Santa Rafaela Maria

Uma tarde para aprender a “estar neste mundo como num grande templo”

Estamos neste mundo, não há dúvida. Mas como nos relacionamos com ele? E qual o nosso papel nele? “Estou neste mundo como num grande templo”, disse Santa Rafaela Maria, fundadora das Escravas do Sagrado Coração de Jesus, em 1905. A frase continua a inspirar as religiosas da congregação e, neste ano em que assinalam o centenário da sua morte, “a mensagem não podia ser mais atual”, garante a irmã Irene Guia ao 7MARGENS. Por isso, foi escolhida para servir de mote a uma tarde de reflexão para a qual todos estão convidados. Será este sábado, às 15 horas, na Casa de Oração Santa Rafaela Maria, em Palmela, e as inscrições ainda estão abertas.

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