
Daremos conta das primeiras reações à leitura do documento final, que poderá desiludir alguns, como já avisou o futuro cardeal Timothy Radcliffe. Foto © Vatican Media
Entrámos na reta final do Sínodo sobre a Sinodalidade, cujo percurso se iniciou em outubro de 2021. Três anos volvidos, vivem-se agora dias decisivos, em que se espera recolher frutos desse longo caminho que a tantos envolveu dentro da Igreja Católica, e não só. Para acompanhar de perto a conclusão desta assembleia sinodal – cuja importância já foi comparada à que teve o II Concílio do Vaticano (1962-65) – o 7MARGENS estará presente em Roma através da sua enviada especial, a jornalista Clara Raimundo.
À semelhança do que aconteceu no ano passado, por altura da primeira sessão da 16ª Assembleia Sinodal, estaremos no Vaticano para fornecer aos nossos leitores a informação mais relevante, diretamente a partir do local onde os participantes discutem neste momento os últimos pormenores do documento final. Falaremos com protagonistas, ouviremos observadores e acompanharemos as novidades que se forem sucedendo em torno do Sínodo que termina já no próximo domingo.
Nos dias seguintes, acompanharemos ainda o congresso “Do Concílio ao Sínodo. Reinterpretação de um caminho de Igreja, 60 anos depois da Lumen Gentium (1964-2024)”, que terá lugar na Universidade Gregoriana, e daremos conta das primeiras reações à leitura do documento final, que poderá desiludir alguns, como avisou o futuro cardeal Timothy Radcliffe na conferência de imprensa do passado domingo, 21 de outubro. De acordo com o teólogo e frade dominicano, o texto “não evoca decisões dramáticas e radicais, mas novas formas de ser Igreja que nos permitem estar em comunhão uns com os outros de maneira mais profunda em Cristo e para Cristo”.
Seja como for, aí estaremos para acompanhar aquele que, como todos os finais, poderá dar lugar a um importante recomeço. Um investimento só possível graças ao apoio dos nossos leitores, que muito agradecemos.









