Será que em Portugal podemos gostar de Thomas Merton?

Um dos grandes místicos do século XX

Será que em Portugal podemos gostar de Thomas Merton?

Thomas Merton é considerado como um dos grandes místicos do século XX. A sua capacidade de análise da realidade não se perdeu, ficou até mais aguçada, após a sua entrada na Abadia de Getsémani como monge trapista da estrita observância. Estamos perante um homem que, como bom místico, não perde o contacto com a realidade e não tira os seus pés nem as suas mãos da lama de qualquer fraqueza e problema humano. [Texto de Cristina Inogés Sanz]

Garrido, o vitimador

[O flagelo que não acaba – XIV]

Garrido, o vitimador

Os abusos de qualquer tipo na Igreja são, em essência, uma forma de eclesiopatia, fruto de uma formação distorcida nos seminários e noviciados (embora alguns destes últimos já pareçam estar a corrigir o rumo) que, embora possa parecer estranho hoje, ainda considera o corpo como o inimigo a ser derrotado, o que gera muitos traumas. Tampouco é levada em consideração a formação afetiva, sexual e emocional dos seminaristas. (Cristina Inogés Sanz)

Rupnik já não é o protegido

[O flagelo que não acaba – XIII]

Rupnik já não é o protegido

Quando o caso Rupnik se tornou público no início de Dezembro do ano passado, ouvimos declarações de alguns altos representantes da Companhia de Jesus que se apressaram a sublinhar, e passo a citar: “Em primeiro lugar, não há menores envolvidos. Por outras palavras, trata-se de problemas entre adultos.” Em suma, dá-se a entender que aqui, neste caso, não aconteceu nada.

Rupnik, o protegido

[O flagelo que não acaba – XII]

Rupnik, o protegido

O comunicado de imprensa, como o emitido pelo Vicariato de Roma, é uma autêntica filigrana para dizer algo que evidencie a posição de quem o emite e que, na sua “perfeita?” redação, faz com que as margens do texto fiquem pejadas de pessoas já muito feridas, que continuam a ser insultadas com desprezo, com indiferença e, sobretudo, com a dúvida permanente sobre aquilo que denunciam desde a mais absoluta invisibilidade.

Chantagem!

[O flagelo que não acaba – XI]

Chantagem!

Durante a última JMJ ficou evidente que as pessoas LGTBIQ+ continuam a ser alvo de alguns grupos, cuja alegada e exibida “pureza religiosa” contrastou fortemente com a clareza com que Francisco disse que na Igreja cabem todos, todos, todos!! Creio que a maioria de nós partilha o que disse Francisco, porque não se pode falar de comunhão se todos aqueles que querem estar na Igreja, porque se sentem e são Igreja, não o podem fazer.

O ressentimento não melhora o país

O ressentimento não melhora o país novidade

“O ressentimento é hoje um sentimento amplamente partilhado. Experimentado por muitos, o ressentimento é também bastante fomentado e instrumentalizado, designadamente pelos que julgam poder obter benefícios políticos ao assanhar emoções – através das redes sociais, sobretudo – e devastar a concórdia cívica.” A reflexão de Eduardo Jorge Madureira, no À Margem desta semana.

Liberdade global diminui pelo 18.º ano consecutivo

Relatório da Freedom House

Liberdade global diminui pelo 18.º ano consecutivo novidade

A organização sem fins lucrativos Freedom House, sediada em Washington (EUA), acaba de lançar o seu principal relatório, que acompanha anualmente, desde 1973, as tendências globais em direitos políticos e liberdades civis. Intitulado “Os danos crescentes provocados por eleições fracassadas e conflitos armados”, o documento indica que a liberdade global diminuiu pelo 18.º ano consecutivo em 2023, uma vez que os direitos e as liberdades civis se deterioraram em 52 países. As melhorias foram verificadas em apenas 21 Estados.

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Breves

 

Um encontro inter-religioso para assinalar o Dia Internacional da Mulher

Dia 5 de março, online

Um encontro inter-religioso para assinalar o Dia Internacional da Mulher novidade

A União das Organizações Femininas Católicas (UMOFC), com o apoio do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso (DDI), vai celebrar o Dia Internacional da Mulher 2024 com um encontro ecuménico e inter-religioso. A iniciativa está agendada para 5 de março, vai decorrer online, e pretende reunir representantes de diferentes tradições religiosas para refletir sobre “o papel crucial que as mulheres de fé desempenham na construção de uma cultura de paz”.

Inaugurada a maior mesquita de África e terceira maior do mundo

Na Argélia

Inaugurada a maior mesquita de África e terceira maior do mundo novidade

Depois de 12 anos de construção e muitas controvérsias, foi inaugurada no passado fim de semana, na Argélia, aquela que é a maior mesquita do continente africano, a terceira maior do mundo – a seguir às de Medina e de Meca -, e a que tem o mais alto minarete alguma vez erguido. Com cerca de 20 mil metros quadrados e capacidade para acolher 120 mil fiéis, a Djamaâ El-Djazaïr (em português, Grande Mesquita de Argel) é, na verdade, muito mais que uma mesquita.

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