[À Margem]
Igreja fraturada
“Não houve concílio, houve um sínodo. Um sínodo muito especial. Mas, quebrado o impulso deste, as fraturas dentro da Igreja Católica estão expostas à vista desarmada. Que futuro antecipam?”
À Margem
A Paz à procura do Nobel
À hora a que este texto está a acabar de ser escrito – às 17h18 de quinta-feira, dia 8 – ainda não foi divulgado quem receberá, este ano, o Prémio Nobel da Paz. O leitor mais tardio, todavia, já saberá se a distinção foi, além de merecidamente atribuída a alguma pessoa ou organização, útil para chamar a atenção do mundo para algum conflito ou guerra que permanece por resolver, apesar dos esforços do laureado.
[À Margem]
Uma cadeira à medida e um altar feito de canhões, ou o que (quase) ninguém viu na viagem do Papa
“A cadeira e o altar: uma, feita por cinco jovens que estão a começar a construir o seu futuro; o outro, trazendo consigo uma história que pertence às gerações anteriores, mas que não podemos esquecer e com a qual temos tanto a aprender. Os dois passaram abaixo dos radares de quase todos os média. Mas pareceu-me que tinham lugar aqui.”
À Margem
Os massacres de Gaza e os bombardeamentos na Ucrânia começaram em Portugal
O questionamento da “violência justificada de cada tradição” a partir das suas próprias doutrinas podem permitir abrir caminhos de ruptura na lógica que se tem alargado nos últimos anos, absorvendo o impulso violento com os princípios não-violentos.
[À Margem]
Quando os pobres se tornam empecilhos de outros interesses
“Desculpem-me os leitores e leitoras se estariam à espera de uma reflexão sobre um assunto mais próximo do que é habitual neste nosso jornal. A desilusão pode ser grande, mas um jornal como o 7MARGENS tem também o dever, quiçá obrigação, de olhar para a realidade do nosso país, nomeadamente política.”
[À Margem]
Meu Deus, é o futebol!
Um empate é um empate. Sim e não. A seleção portuguesa empata e é uma humilhação. A seleção de Cabo Verde empata e é uma festa! É o futebol!… O futebol que está por agora em toda a parte, mais omnipresente do que Deus.
[À Margem]
Quando é que deixámos de reparar?
“A cultura do descarte não começa apenas quando ignoramos as pessoas sem-abrigo, os migrantes ou os pobres de quem o Papa fala. Talvez comece muito antes, nas nossas casas, nas nossas escolas, quando deixamos de prestar atenção a quem sofre mesmo ali ao lado, quando os nossos filhos já nem reagem se um colega pede ajuda, cai ou fica sozinho.”
[À Margem]
A “Magnifica Humanitas” na imprensa
“Ninguém diria que uma encíclica papal se poderia apresentar como um tema jornalisticamente relevante. E, no entanto, na terça-feira, abundaram os jornais que, em muitos cantos do planeta, dedicaram à Magnifica Humanitas, a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um espaço significativo nas primeiras páginas.”
Ainda podemos rir?
“Ainda podemos rir? Perante as guerras do mundo, as tragédias da fome, o desespero de quem foge da miséria e dos conflitos, vale a pena ainda o riso?”
À Margem
A Paz à procura do Nobel
À hora a que este texto está a acabar de ser escrito – às 17h18 de quinta-feira, dia 8 – ainda não foi divulgado quem receberá, este ano, o Prémio Nobel da Paz. O leitor mais tardio, todavia, já saberá se a distinção foi, além de merecidamente atribuída a alguma pessoa ou organização, útil para chamar a atenção do mundo para algum conflito ou guerra que permanece por resolver, apesar dos esforços do laureado.
[À Margem]
Uma cadeira à medida e um altar feito de canhões, ou o que (quase) ninguém viu na viagem do Papa
“A cadeira e o altar: uma, feita por cinco jovens que estão a começar a construir o seu futuro; o outro, trazendo consigo uma história que pertence às gerações anteriores, mas que não podemos esquecer e com a qual temos tanto a aprender. Os dois passaram abaixo dos radares de quase todos os média. Mas pareceu-me que tinham lugar aqui.”
À Margem
Os massacres de Gaza e os bombardeamentos na Ucrânia começaram em Portugal
O questionamento da “violência justificada de cada tradição” a partir das suas próprias doutrinas podem permitir abrir caminhos de ruptura na lógica que se tem alargado nos últimos anos, absorvendo o impulso violento com os princípios não-violentos.
[À Margem]
Quando os pobres se tornam empecilhos de outros interesses
“Desculpem-me os leitores e leitoras se estariam à espera de uma reflexão sobre um assunto mais próximo do que é habitual neste nosso jornal. A desilusão pode ser grande, mas um jornal como o 7MARGENS tem também o dever, quiçá obrigação, de olhar para a realidade do nosso país, nomeadamente política.”
[À Margem]
Meu Deus, é o futebol!
Um empate é um empate. Sim e não. A seleção portuguesa empata e é uma humilhação. A seleção de Cabo Verde empata e é uma festa! É o futebol!… O futebol que está por agora em toda a parte, mais omnipresente do que Deus.
[À Margem]
Quando é que deixámos de reparar?
“A cultura do descarte não começa apenas quando ignoramos as pessoas sem-abrigo, os migrantes ou os pobres de quem o Papa fala. Talvez comece muito antes, nas nossas casas, nas nossas escolas, quando deixamos de prestar atenção a quem sofre mesmo ali ao lado, quando os nossos filhos já nem reagem se um colega pede ajuda, cai ou fica sozinho.”
[À Margem]
A “Magnifica Humanitas” na imprensa
“Ninguém diria que uma encíclica papal se poderia apresentar como um tema jornalisticamente relevante. E, no entanto, na terça-feira, abundaram os jornais que, em muitos cantos do planeta, dedicaram à Magnifica Humanitas, a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um espaço significativo nas primeiras páginas.”
Ainda podemos rir?
“Ainda podemos rir? Perante as guerras do mundo, as tragédias da fome, o desespero de quem foge da miséria e dos conflitos, vale a pena ainda o riso?”
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.
