A pacifista Mafalda e as armas nucleares

| 22 Jan 2021

As armas nucleares foram um sério e persistente motivo de preocupação para Mafalda, a menina criada por Quino. Em várias circunstâncias, a pacifista Mafalda partilha um medo mundialmente vivenciado durante o período da Guerra Fria, mostra a irracionalidade da escalada armamentista e enaltece a paz.

O relevante papel de Mafalda – ou, se se preferir, da tomada de posição de Quino – para a construção de uma consciência comum contra o belicismo é amplamente reconhecido e foi objecto de diversos trabalhos universitários.

A aparente inocência infantil de Mafalda dissimula uma argutíssima observadora das pequenas questões quotidianas e dos grandes problemas do mundo. Com uma sofisticada ironia, a simpática Mafalda, que não gosta de comer sopa, fala-nos ainda hoje de grandes temas como, por exemplo, a discriminação da mulher, os abusos do poder, designadamente político, ou os malefícios do capitalismo.

Perante cada problema, Mafalda oferece uma receita simples para o resolver. Esse apelo à simplicidade e ao bom senso é ainda hoje um modo avisado de promover o bem comum e de resistir a tudo o que o possa prejudicar ou impedir.

 

No final de uma semana em que o 7MARGENS dedicou vários textos à questão das armas nucleares, e que incluiu uma entrevista ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, a propósito da entrada em vigor do Tratado de proibição das Armas Nucleares, nada melhor que encerrar a série com a referência às mensagens aparentemente infantis de Mafalda e dos seus apelos a um mundo sem armas.

Imagens extraídas de O medo e o risível da guerra fria representados nas tiras de Mafalda e no filme Dr. Strangelove, trabalho de Rafael Cardoso Rodrigues, apresentado na Universidade Estadual de Londrina.

 

“A homilia não deve durar mais de oito minutos, senão as pessoas adormecem… e com razão!”

Papa Francisco insiste

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Já não é a primeira vez que o Papa deixa este aviso aos padres católicos, e na catequese desta quarta-feira,12 de junho, voltou a insistir: “A homilia não deve durar mais de oito minutos, porque depois, com o tempo, perde-se a atenção e as pessoas adormecem… e com razão!”. Perante milhares de fiéis na Praça de São Pedro, Francisco explicou que o objetivo de uma homilia é “ajudar a transferir a Palavra de Deus do livro para a vida”.

Jornalista Zhang Zhan foi libertada pelas autoridades chinesas

Após quatro anos de detenção

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Após quatro anos de detenção, a jornalista Zhang Zhan foi libertada pelas autoridades chinesas. Numa mensagem divulgada esta terça-feira, 11 de junho, a Amnistia Internacional apela às autoridades chinesas que garantam que Zhang Zhan seja autorizada a circular livremente e a comunicar com pessoas dentro e fora da China, e ainda que ela e a sua família não fiquem sujeitas a vigilância ou assédio, devendo ter pleno acesso a tratamento médico após a sua experiência traumática.

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Vai nascer uma “Aldeia da Esperança” nos Açores, inspirada em Taizé

Proposta pelo Conselho Pastoral Diocesano

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“Organizar uma `Aldeia da Esperança´, dirigida aos jovens, em formato de acampamento, seguindo o modelo de Taizé, a decorrer no verão, de preferência na ilha de São Jorge, no Santuário do Senhor Santo Cristo da Caldeira”: esta é uma das várias propostas feitas pelo Conselho Pastoral Diocesano de Angra – reunido em Ponta Delgada entre os dias 8 e 10 de junho – que irá passar do papel à prática.

Lembrar Aristides de Sousa Mendes, “seguir a voz da consciência” e também hoje “salvar vidas”

Comissão Justiça e Paz de Braga

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A Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Braga associa-se à comemoração do Dia da Consciência – que se celebra anualmente a 17 de junho em homenagem a Aristides de Sousa Mendes – através de uma mensagem que assinala a importância de, tal como fez o cônsul de Portugal em Bordéus no século passado, “seguir a voz da consciência” e assim contribuir, no tempo presente, para “salvar vidas”.

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