AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Amnistia Internacional, direitos humanos, Índia, UE

Audição na ONU

Amnistia acusa Índia de violação sistemática dos direitos humanos

| 09/11/2022

Amnistia Internacional, direitos humanos, Índia, UE

Vigília da Amnistia Internacional, no Palácio de Cristal no Porto, a 6 de maio de 2021, em defesa do respeito pelos direitos humanos na Índia. Foto © Amnistia Internacional – Portugal.

 

A quarta audição da Índia pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDHNU) que terá lugar esta quinta-feira, dia 10 de novembro, em Genebra, “chega num momento em que os direitos humanos e as instituições não controladas [pelo Governo], os meios de comunicação independentes e a sociedade civil enfrentam ataques sistemáticos”, declarou Aakar Patel, presidente da Amnistia Internacional (AI) Índia.

A chamada de atenção de Patel, divulgada na véspera da reunião do CDHNU, pode ser lida no site da organização e reforça o relatório “Índia: minorias perseguidas e redução do espaço de dissidência”, de abril deste ano, em que a Amnistia acusava o Governo da União Indiana de “pouco ou nada ter feito desde 2017 para concretizar as recomendações [do CDHNU] que então aceitou” no que diz respeito aos direitos humanos.

Para a Amnistia Internacional, “os crimes de ódio contra grupos marginalizados aumentaram e multiplicou-se o número de perpetradores que continuam a beneficiar de impunidade”, na medida em que “as autoridades não fizeram nada para impedir os atos de violência contra mulheres e meninas”, ou contra “membros de minorias religiosas, bem como contra membros de determinadas castas e tribos”.

Na longa lista de atropelos aos direitos humanos, a AI refere tanto o crescendo verificado nos últimos anos como o facto de serem frequentemente instigados pelo partido no Governo e pelas próprias autoridades governamentais. Em particular no que diz respeito “à violência religiosa”, terreno em que o Governo instiga “disputas religiosas criando tensão entre a população para fins eleitorais”. [ver 7MARGENS].

 

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

“Depressa passas de bestial a besta” novidade

“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidade

Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest

Share This