
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres apelou à criação de “um mundo onde todos possam viver livres do medo, do estigma e da perseguição”. Foto © Olaf Kosinsky
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, denunciou o “flagelo” da discriminação religiosa, recordando pessoas e comunidades que “enfrentam violência com base na religião ou nas crenças”.
“Devemos combater este flagelo com urgência, trabalhar em conjunto para conter a onda de ódio e promover a tolerância e o respeito”, frisou o responsável português, numa mensagem na rede social X, citado pela Agência Ecclesia, por ocasião do Dia Internacional de Comemoração das Vítimas de Atos de Violência Baseada na Religião ou Crença, que se assinala a 21 de agosto.
António Guterres, citado também pela Agência Lusa, apelou ainda à criação de “um mundo onde todos possam viver livres do medo, do estigma e da perseguição”.
Já o alto representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Josep Borrell, prestou homenagem “às pessoas afetadas pela discriminação, intolerância, perseguição, ódio, desumanização ou violência” por questões religiosas ou de crenças.
“Acreditamos firmemente e apoiamos o princípio segundo o qual todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência, religião ou crença e de manifestar ou mudar a sua religião ou crença, sem risco de discriminação, perseguição ou violência”, destacou o chefe da diplomacia da UE.









