
Jovens coreanos no palco da JMJ em Lisboa. Foto © Sebastião Roxo/JMJ 2023.
“Estou confiante de que este palco servirá como uma oportunidade e um espaço de esperança para todos vós”, afirmou o arcebispo de Seul, Peter Soon-taick Chung, citado pelo Crux, à margem da missa de lançamento da Jornada Mundial da Juventude 2027 (JMJ 2027) realizada em Seul no dia 28 de julho.
“Tenho a profunda aspiração de que a Igreja ofereça uma plataforma para os jovens do nosso tempo – um palco onde eles possam emergir como protagonistas das suas próprias narrativas”, disse Chung perante cerca de mil jovens de toda a Coreia do Sul, bem como líderes católicos de alto nível e representantes do Vaticano.
A cerimónia contou com a presença de desertores da Coreia do Norte, bem como de várias pessoas com deficiência e membros do exército, da marinha e da força aérea coreanos. Estiveram, ainda presentes, representantes diplomáticos de oito países, 19 membros da Assembleia Nacional e nove membros do Conselho Municipal de Seul, bem como o vice-ministro da Cultura, do Desporto e do Turismo, Yong Ho-sung.
Instituída pelo Papa São João Paulo II como uma forma de chegar aos jovens e envolvê-los na vida da Igreja, a JMJ foi criada em 1985 e a sua primeira edição teve lugar em Roma em 1986.









