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O agnosticismo tecnológico é um humanismo

Pré-publicação de “Tech Agnostic”

O agnosticismo tecnológico é um humanismo

Greg M. Epstein, autor do livro “Tech Agnostic ” (edição Temas e Debates), propõe que, nesta época tumultuosa de extremismo religioso e capitalismo desenfreado, é necessário manter o distanciamento crítico suficiente para perceber que nem toda a tecnologia é boa. Do livro, que venceu vários prémios e será colocado à venda na próxima quinta-feira, 16, o 7MARGENS oferece a seguir alguns excertos da conclusão.

Quem são e no que acreditam os que não têm religião

EUA

Quem são e no que acreditam os que não têm religião

Atualmente, mais de um quarto (28 por cento) dos adultos dos Estados Unidos da América (EUA) não se encontram filiados em qualquer religião instituída e, quando inquiridos sobre a sua posição face à religião, consideram-se ateus, agnósticos ou referem “nada em particular”. Este grupo, conhecido também por “nones” (nenhuma), é composto sobretudo por pessoas abaixo dos 50 anos e os que não são agnósticos ou ateus são sobretudo do sexo feminino.

Crescem as grandes “divisões religiosas globais”: geográfica e geracional

Estudo internacional

Crescem as grandes “divisões religiosas globais”: geográfica e geracional

Um novo estudo internacional revela que há duas grandes “divisões religiosas” a nível mundial que têm vindo a acentuar-se: uma opõe o “Sul Global altamente religioso” a um “Norte Global predominantemente secular”; a outra separa os jovens dos adultos mais velhos, sendo que os primeiros “têm menos probabilidade de se identificarem como cristãos, especialmente católicos”, e são “mais propensos a identificar-se como muçulmanos ou de alguma outra fé”.

John Rawls: a religião nos limites da razão

John Rawls: a religião nos limites da razão

John Rawls nasceu há pouco mais de 100 anos (21.2.1921) e A theory of justice, a sua obra mais conhecida e seguramente o mais importante tratado de filosofia política de todo o século XX, data de 1971. Duas datas que os amantes da liberdade e da democracia política têm abundantes razões para celebrar, mas quase despercebidas na imprensa e na pomposamente chamada academia, territórios onde a razão serena vem tendo evidente dificuldade em singrar.

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