Almiro Mendes

Diário de viagem VI: “Fechamos para rezar” – o calvário de sexta-feira

Foram-se as sombras da noite dissipando e o céu começou a sorrir ao mundo a promessa da luz do sol que se havia de levantar lentamente e acordar quem dormia. Não a nós, que nos pusemos a pé quando toda a Dakhla ainda estava a meio sono. Uma das coisas que a mim mais me custa, nesta viagem, é termos de nos levantar sempre tão cedo. Hoje eram 5h30...