“Escrevo esta crónica com a liberdade que advém de saber que sou tão filha de Deus como qualquer homem, e com a liberdade de o fazer depois de ter deixado claro que não quero ser sacerdote, nem diácono, e que defenderei o direito de outras mulheres poderem sê-lo, porque há algumas com uma vocação genuína.” – A reflexão da teóloga Cristina Inogés-Sanz












