Nessa noite de 24 de dezembro de 1971, assisti, na minha vida, ao espetáculo mais deprimente e humanamente degradante que alguma vez imaginei. Quando o álcool se torna o único escape para o Homem esquecer o ambiente e as circunstâncias em que está mergulhado, desce ao mais baixo da sua condição. Foi a isso que assisti, na companhia da minha mulher que, contra todas as regras militares, me acompanhava no mato de Angola, em Cassamba, naquela noite de 24 de dezembro de 1971.





