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Artigos de Fernando Gomes da Silva
Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Nessa noite de 24 de dezembro de 1971, assisti, na minha vida, ao espetáculo mais deprimente e humanamente degradante que alguma vez imaginei. Quando o álcool se torna o único escape para o Homem esquecer o ambiente e as circunstâncias em que está mergulhado, desce ao mais baixo da sua condição. Foi a isso que assisti, na companhia da minha mulher que, contra todas as regras militares, me acompanhava no mato de Angola, em Cassamba, naquela noite de 24 de dezembro de 1971.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Covid-19 e Fiéis Defuntos

Tenho a experiência de vários membros de família, muito queridos, já falecidos. Vários grandes amigos foram também já chamados para Deus. Não sou, pois, insensível ou inexperiente face à partida para a casa do Pai de familiares ou entes queridos. Não tenho por hábito visitar os túmulos dos meus entes queridos nestes dois primeiros dias do mês de Novembro. Homenageio a sua memória em eucaristias, nos aniversários da sua partida para a vida eterna.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

A emoção da “Fratelli Tutti” em 2020, como da “Pacem in Terris” em 1963

Ao percorrer o texto da recente encíclica do Papa Francisco, Fratelli Tutti (assim denominada como sempre, por serem estas as primeiras palavras que iniciam o texto de Francisco, Todos Irmãos), não pude deixar de reviver a emoção e a memória com que, há 57 anos, acompanhei a publicação dessa outra encíclica, desse outro grande Papa que foi João XXIII, o Bom Papa João, hoje S. João XXIII: a encíclica Pacem in Terris. Fazer uma leitura conjunta destas duas encíclicas revela-se-me essencial.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Um ano sem Manuela Silva

Faz neste dia 7 de outubro um ano que a Manuela Silva humanamente nos deixou, partindo para a Casa do Pai. Nós, cristãos, contrariamente aos ensinamentos de Jesus, teimamos em celebrar nestas datas a partida, a saudade, a ausência, olhando apenas para o vazio deixado entre nós pelos que partem. Somos “homens de pouca fé” (Mt, 8, 26) como Jesus no-lo refere diversas vezes no Evangelho. E assim consideramos que a morte física, como a conseguimos percecionar, nos leva os entes queridos, esquecendo as palavras de Jesus.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Fátima e “Avante”

Permitam-me duas ou três reflexões, como cristão católico, sobre a polémica instalada na sociedade portuguesa, relativamente aos acontecimentos na Quinta da Atalaia e na Cova da Iria.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Oremos em todo o tempo…

Com o título “Missa ‘virtual’ não substitui participação pessoal na Missa”, noticiou o Vatican News que, em carta aos presidentes das conferências episcopais, “o cardeal Roberth Sarah afirmou a necessidade de voltar à normalidade da vida cristã, nos locais onde a emergência sanitária provocada pela pandemia o permite: participar de uma missa pelos meios de comunicação não é equiparável à participação física na igreja”.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Manuela Silva nasceu há 88 anos: solidariedade ativa e empenhada

Como os recursos são forçosamente limitados, neste movimento ascensional de produção de necessidades, vão ficando esquecidos os grupos ou povos que, num mesmo país ou no conjunto das nações, não alcançam níveis de poder aquisitivo correspondentes às exigências dos novos padrões. Por isso, a pobreza relativa (em alguns casos, a pobreza absoluta) tem aumentado. Esta a conclusão a que se chega com base na informação estatística disponível.
Há 42 anos já assim se exprimia Manuela Silva.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Manuela Silva e Sophia

Há coincidências de datas cuja ocorrência nos perturbam e nos sacodem o dia-a-dia do nosso viver. Foram assim os passados dias 6 e 7 do corrente mês de Novembro. A 6 celebrou-se o centenário do nascimento de Sophia e a 7 completava-se um mês sobre a partida para Deus da Manuela Silva.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Nessa noite de 24 de dezembro de 1971, assisti, na minha vida, ao espetáculo mais deprimente e humanamente degradante que alguma vez imaginei. Quando o álcool se torna o único escape para o Homem esquecer o ambiente e as circunstâncias em que está mergulhado, desce ao mais baixo da sua condição. Foi a isso que assisti, na companhia da minha mulher que, contra todas as regras militares, me acompanhava no mato de Angola, em Cassamba, naquela noite de 24 de dezembro de 1971.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Covid-19 e Fiéis Defuntos

Tenho a experiência de vários membros de família, muito queridos, já falecidos. Vários grandes amigos foram também já chamados para Deus. Não sou, pois, insensível ou inexperiente face à partida para a casa do Pai de familiares ou entes queridos. Não tenho por hábito visitar os túmulos dos meus entes queridos nestes dois primeiros dias do mês de Novembro. Homenageio a sua memória em eucaristias, nos aniversários da sua partida para a vida eterna.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

A emoção da “Fratelli Tutti” em 2020, como da “Pacem in Terris” em 1963

Ao percorrer o texto da recente encíclica do Papa Francisco, Fratelli Tutti (assim denominada como sempre, por serem estas as primeiras palavras que iniciam o texto de Francisco, Todos Irmãos), não pude deixar de reviver a emoção e a memória com que, há 57 anos, acompanhei a publicação dessa outra encíclica, desse outro grande Papa que foi João XXIII, o Bom Papa João, hoje S. João XXIII: a encíclica Pacem in Terris. Fazer uma leitura conjunta destas duas encíclicas revela-se-me essencial.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Um ano sem Manuela Silva

Faz neste dia 7 de outubro um ano que a Manuela Silva humanamente nos deixou, partindo para a Casa do Pai. Nós, cristãos, contrariamente aos ensinamentos de Jesus, teimamos em celebrar nestas datas a partida, a saudade, a ausência, olhando apenas para o vazio deixado entre nós pelos que partem. Somos “homens de pouca fé” (Mt, 8, 26) como Jesus no-lo refere diversas vezes no Evangelho. E assim consideramos que a morte física, como a conseguimos percecionar, nos leva os entes queridos, esquecendo as palavras de Jesus.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Fátima e “Avante”

Permitam-me duas ou três reflexões, como cristão católico, sobre a polémica instalada na sociedade portuguesa, relativamente aos acontecimentos na Quinta da Atalaia e na Cova da Iria.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Oremos em todo o tempo…

Com o título “Missa ‘virtual’ não substitui participação pessoal na Missa”, noticiou o Vatican News que, em carta aos presidentes das conferências episcopais, “o cardeal Roberth Sarah afirmou a necessidade de voltar à normalidade da vida cristã, nos locais onde a emergência sanitária provocada pela pandemia o permite: participar de uma missa pelos meios de comunicação não é equiparável à participação física na igreja”.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Manuela Silva nasceu há 88 anos: solidariedade ativa e empenhada

Como os recursos são forçosamente limitados, neste movimento ascensional de produção de necessidades, vão ficando esquecidos os grupos ou povos que, num mesmo país ou no conjunto das nações, não alcançam níveis de poder aquisitivo correspondentes às exigências dos novos padrões. Por isso, a pobreza relativa (em alguns casos, a pobreza absoluta) tem aumentado. Esta a conclusão a que se chega com base na informação estatística disponível.
Há 42 anos já assim se exprimia Manuela Silva.

Um Natal na guerra – 24 Dezembro 1971

Manuela Silva e Sophia

Há coincidências de datas cuja ocorrência nos perturbam e nos sacodem o dia-a-dia do nosso viver. Foram assim os passados dias 6 e 7 do corrente mês de Novembro. A 6 celebrou-se o centenário do nascimento de Sophia e a 7 completava-se um mês sobre a partida para Deus da Manuela Silva.

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O meu tio Fred

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O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

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Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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