“Verdade” e preconceito

  Permitam-me que hoje escreva como cidadã que tem dedicado a sua vida ao estudo dos fenómenos migratórios, e como mãe que deseja, como qualquer outra mãe, que o seu filho encontre um futuro menos ensombrado pelo ódio, pelo medo e pela ignorância. Há dias, li uma...

Porque (não) falo de Aylan

A folha virtual aberta no ecrã do computador apresenta um branco que não é menos penoso nem menos frustrante que o branco níveo de uma folha de papel. A possibilidade de lhe diminuir a intensidade do brilho torna-a momentaneamente mais cinzenta, mas não resolve o...

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