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Artigos de João Santos
Na escola do ressentimento

[Entre Margens]

Na escola do ressentimento

Seguir os debates pré-eleitorais nas televisões é também uma eminente provação: entre a simples inanidade e a reinterpretação imaginativa da sua própria biografia política, os protagonistas dificilmente persuadem as plateias. Aristóteles ensinou que são três os meios de persuasão: orador, discurso, auditório; ou ethos, logos, pathos. [Texto de João Santos].

Na escola do ressentimento

[Entre Margens]

Muito bem: “Mãe recorre à justiça para que jogo da apanhada seja declarado perigoso”

A vida de um professor – que digo? de um qualquer profissional de educação – é um mistério nos tempos que correm. Segundo notícia inserta no Público de 14 de Novembro [1], uma mãe de Braga, “a idólatrica” (nas imorredoiras palavras do obsceno Pacheco), certamente não libertina, processou um colégio, com o propósito aparente de colher reparação em euros por mor de acidente de seu filho menor. [Texto de João Santos].

Do sul, outros poetas da luz

Do sul, outros poetas da luz

Terminadas as férias na praia do sul dourado, encontro, com surpresa, o Eduardo Lourenço de Montaigne ou a vida escrita (Gradiva, Julho, 2025; 1ª ed. francesa L’Escampette, 2004). Eis um desses textos que se procura e não se encontra, nunca mais, até que, de tanto esquecido, e chegado um póstumo Agosto, aí está.

Na escola do ressentimento

Entre Margens

Noite e Nevoeiro ou uma descoberta tardia da Shoah

Era uma turma pequena, com crianças agitadas e, no geral, já exaustas às primeiras horas da manhã. Na verdade, só algumas conseguiam seguir e participar no trabalho quotidiano com uma disciplina e um sentido crítico e analítico suficientemente despertos para se entenderem com o mundo em que vivem. [Texto de João Santos].

Na escola do ressentimento

Entre Margens

Repensar a educação para a cidadania (2): onde fica “a casa da democracia”?

A escola para todos é um dado recente da nossa história colectiva.  Vivida ainda por muitos como um percurso pessoal incomparável, recheado de obstáculos e do qual nada se extraiu (a proliferação das praxes no ensino superior aí está para o evidenciar, no capítulo da educação moral), é, por isso mesmo, uma instituição de que se discute vivamente a função e a legitimidade [Texto de João Santos]

Lições de ciência política numa livraria solidária

Resgate no tempo

Lições de ciência política numa livraria solidária

Eis um acontecimento editorial dos anos oitenta, de que, pelo menos, um dos volumes foi vertido para português. Eventualmente dispensável para jovens de hoje, mas grandemente influente junto de alguns que outrora também procuravam informação e entretenimento na RTP e, menos recomendável, nos livros, veio ao meu encontro nas prateleiras cheias de surpresas de uma livraria singular. [Texto de João Santos].

Telas e algum romance na Fundação Gulbenkian

Arte Britânica - Ponto de Fuga

Telas e algum romance na Fundação Gulbenkian

Decorre até 21 de Julho, na FCG, a exposição Arte Britânica – Ponto de Fuga, que traz consigo a oportunidade de contemplar obras de artistas plásticos contemporâneos dos dois lados do Canal da Mancha e do Atlântico Norte. Depois, será ainda possível o acesso ao primeiro catálogo digital produzido pela Fundação. [Texto de João Santos].

Na escola do ressentimento

[Entre Margens]

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Seguir os debates pré-eleitorais nas televisões é também uma eminente provação: entre a simples inanidade e a reinterpretação imaginativa da sua própria biografia política, os protagonistas dificilmente persuadem as plateias. Aristóteles ensinou que são três os meios de persuasão: orador, discurso, auditório; ou ethos, logos, pathos. [Texto de João Santos].

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Muito bem: “Mãe recorre à justiça para que jogo da apanhada seja declarado perigoso”

A vida de um professor – que digo? de um qualquer profissional de educação – é um mistério nos tempos que correm. Segundo notícia inserta no Público de 14 de Novembro [1], uma mãe de Braga, “a idólatrica” (nas imorredoiras palavras do obsceno Pacheco), certamente não libertina, processou um colégio, com o propósito aparente de colher reparação em euros por mor de acidente de seu filho menor. [Texto de João Santos].

Do sul, outros poetas da luz

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Terminadas as férias na praia do sul dourado, encontro, com surpresa, o Eduardo Lourenço de Montaigne ou a vida escrita (Gradiva, Julho, 2025; 1ª ed. francesa L’Escampette, 2004). Eis um desses textos que se procura e não se encontra, nunca mais, até que, de tanto esquecido, e chegado um póstumo Agosto, aí está.

Na escola do ressentimento

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Noite e Nevoeiro ou uma descoberta tardia da Shoah

Era uma turma pequena, com crianças agitadas e, no geral, já exaustas às primeiras horas da manhã. Na verdade, só algumas conseguiam seguir e participar no trabalho quotidiano com uma disciplina e um sentido crítico e analítico suficientemente despertos para se entenderem com o mundo em que vivem. [Texto de João Santos].

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Repensar a educação para a cidadania (2): onde fica “a casa da democracia”?

A escola para todos é um dado recente da nossa história colectiva.  Vivida ainda por muitos como um percurso pessoal incomparável, recheado de obstáculos e do qual nada se extraiu (a proliferação das praxes no ensino superior aí está para o evidenciar, no capítulo da educação moral), é, por isso mesmo, uma instituição de que se discute vivamente a função e a legitimidade [Texto de João Santos]

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Eis um acontecimento editorial dos anos oitenta, de que, pelo menos, um dos volumes foi vertido para português. Eventualmente dispensável para jovens de hoje, mas grandemente influente junto de alguns que outrora também procuravam informação e entretenimento na RTP e, menos recomendável, nos livros, veio ao meu encontro nas prateleiras cheias de surpresas de uma livraria singular. [Texto de João Santos].

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Decorre até 21 de Julho, na FCG, a exposição Arte Britânica – Ponto de Fuga, que traz consigo a oportunidade de contemplar obras de artistas plásticos contemporâneos dos dois lados do Canal da Mancha e do Atlântico Norte. Depois, será ainda possível o acesso ao primeiro catálogo digital produzido pela Fundação. [Texto de João Santos].

Últimas Notícias

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred novidade

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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