Seguir os debates pré-eleitorais nas televisões é também uma eminente provação: entre a simples inanidade e a reinterpretação imaginativa da sua própria biografia política, os protagonistas dificilmente persuadem as plateias. Aristóteles ensinou que são três os meios de persuasão: orador, discurso, auditório; ou ethos, logos, pathos. [Texto de João Santos].








