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Artigos de Joaquim Fidalgo
Notícia que não devia ser notícia

[Segunda leitura]

Notícia que não devia ser notícia

“Quero que as pessoas conheçam o meu ‘eu’ real”, desabafou. O que pressupõe que, se não dissesse nada, o seu ‘eu’ real continuaria desconhecido. Porquê? Porque, não dizendo nada, as pessoas continuariam a pensar (como à partida pensam de todos os homens de todo o mundo…) que ele era heterossexual. Tão simples como isso. E tão problemático como isso, claro.”

… E de novo tostões e milhões!

[Segunda Leitura]

… E de novo tostões e milhões!

Para o sr. Berardo, pelos vistos, um milhão de euros deve ser uma ninharia. Porque ele deve cerca de 900 milhões. Ou seja: gente como nós precisava de viver novecentas vidas para acumular esse montão de notas. E como é que alguém, no espaço de meia dúzia de anos, consegue ficar a dever 900 milhões de euros?… Como?…

A calar ao telemóvel

[Segunda leitura]

A calar ao telemóvel

A ironia disto é que um aparelho que foi feito para a gente falar serve agora, e cada vez mais, para a gente calar. Estamos à mesa com alguém, a conversa não sai ou não nos apetece que saia, ficarmos a olhar uns para os outros em silêncio é pouco agradável, e… puxamos do telemóvel. Pronto, já ficamos confortavelmente calados. Lemos notícias, vemos fotos, espreitamos vídeos, consultamos o Facebook ou o Instagram, lemos ou mandamos mensagens escritas, e por ali vamos estando, todos e cada um com o seu aparelhinho nas mãos e nos olhos, bem caladinhos, até que… chegou a comida! Vamos lá, duas de conversa rápida, que a comer não dá tanto jeito andar às voltas com o telemóvel (embora haja quem consiga!) e já voltamos ali. Já voltamos, não a falar, mas a calar ao telemóvel. Ele, afinal, não nos põe à conversa. Ele, afinal, põe-nos calados. 

Milhares, milhões, biliões…

[Segunda leitura]

Milhares, milhões, biliões…

Estou preocupado com a Pfizer. Mesmo. Então não é que, no último trimestre de 2021, essa big pharma teve receitas de ‘apenas’ 23,8 mil milhões de dólares, quando as previsões dos analistas financeiros estavam a apontar para receitas de 24,1 mil milhões de dólares?!… Então isto faz-se?!…

À cata de boas notícias

[Segunda leitura]

À cata de boas notícias

Não é fácil dar de caras com boas notícias, elas não abundam mesmo – pelo menos, nas nossas televisões, nos nossos jornais, nos sítios da net que frequentamos. Às vezes, no entanto, uma salta-nos aos olhos a partir do ecrã.

Um murro no estômago

[Segunda leitura]

Um murro no estômago

Não é muito difícil apanhar um murro no estômago, basta a gente pôr-se a jeito, e pôr-se a jeito pode ser abrir os olhos para as páginas de um jornal e ler um daqueles trabalhos que nos deixam a cara à banda, um aperto na garganta, um incómodo pelo corpo todo, um… um… um murro no estômago! Por exemplo: “Há crianças a trabalhar para nós neste preciso momento. Em toda a parte. Exatamente 160 milhões, segundo os dados oficiais. Os extraoficiais desconhecem-se”.

Notícia que não devia ser notícia

[Segunda leitura]

Notícia que não devia ser notícia

“Quero que as pessoas conheçam o meu ‘eu’ real”, desabafou. O que pressupõe que, se não dissesse nada, o seu ‘eu’ real continuaria desconhecido. Porquê? Porque, não dizendo nada, as pessoas continuariam a pensar (como à partida pensam de todos os homens de todo o mundo…) que ele era heterossexual. Tão simples como isso. E tão problemático como isso, claro.”

… E de novo tostões e milhões!

[Segunda Leitura]

… E de novo tostões e milhões!

Para o sr. Berardo, pelos vistos, um milhão de euros deve ser uma ninharia. Porque ele deve cerca de 900 milhões. Ou seja: gente como nós precisava de viver novecentas vidas para acumular esse montão de notas. E como é que alguém, no espaço de meia dúzia de anos, consegue ficar a dever 900 milhões de euros?… Como?…

A calar ao telemóvel

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A calar ao telemóvel

A ironia disto é que um aparelho que foi feito para a gente falar serve agora, e cada vez mais, para a gente calar. Estamos à mesa com alguém, a conversa não sai ou não nos apetece que saia, ficarmos a olhar uns para os outros em silêncio é pouco agradável, e… puxamos do telemóvel. Pronto, já ficamos confortavelmente calados. Lemos notícias, vemos fotos, espreitamos vídeos, consultamos o Facebook ou o Instagram, lemos ou mandamos mensagens escritas, e por ali vamos estando, todos e cada um com o seu aparelhinho nas mãos e nos olhos, bem caladinhos, até que… chegou a comida! Vamos lá, duas de conversa rápida, que a comer não dá tanto jeito andar às voltas com o telemóvel (embora haja quem consiga!) e já voltamos ali. Já voltamos, não a falar, mas a calar ao telemóvel. Ele, afinal, não nos põe à conversa. Ele, afinal, põe-nos calados. 

Milhares, milhões, biliões…

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Estou preocupado com a Pfizer. Mesmo. Então não é que, no último trimestre de 2021, essa big pharma teve receitas de ‘apenas’ 23,8 mil milhões de dólares, quando as previsões dos analistas financeiros estavam a apontar para receitas de 24,1 mil milhões de dólares?!… Então isto faz-se?!…

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Últimas Notícias

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred novidade

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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