Vizinhos preocupados. Estranharam a ausência. Sim, mas ao fim de um ano e meio. Entretanto, Nicholas e Hilary estavam mortos em sua casa. Sozinhos, as persianas baixadas, tudo em silêncio.
[Segunda leitura]
“It’s a long way to Tipperary…”Vizinhos preocupados. Estranharam a ausência. Sim, mas ao fim de um ano e meio. Entretanto, Nicholas e Hilary estavam mortos em sua casa. Sozinhos, as persianas baixadas, tudo em silêncio.
[Segunda leitura]
Notícia que não devia ser notícia“Quero que as pessoas conheçam o meu ‘eu’ real”, desabafou. O que pressupõe que, se não dissesse nada, o seu ‘eu’ real continuaria desconhecido. Porquê? Porque, não dizendo nada, as pessoas continuariam a pensar (como à partida pensam de todos os homens de todo o mundo…) que ele era heterossexual. Tão simples como isso. E tão problemático como isso, claro.”
[Segunda Leitura]
… E de novo tostões e milhões!Para o sr. Berardo, pelos vistos, um milhão de euros deve ser uma ninharia. Porque ele deve cerca de 900 milhões. Ou seja: gente como nós precisava de viver novecentas vidas para acumular esse montão de notas. E como é que alguém, no espaço de meia dúzia de anos, consegue ficar a dever 900 milhões de euros?… Como?…
[Segunda leitura]
A calar ao telemóvelA ironia disto é que um aparelho que foi feito para a gente falar serve agora, e cada vez mais, para a gente calar. Estamos à mesa com alguém, a conversa não sai ou não nos apetece que saia, ficarmos a olhar uns para os outros em silêncio é pouco agradável, e… puxamos do telemóvel. Pronto, já ficamos confortavelmente calados. Lemos notícias, vemos fotos, espreitamos vídeos, consultamos o Facebook ou o Instagram, lemos ou mandamos mensagens escritas, e por ali vamos estando, todos e cada um com o seu aparelhinho nas mãos e nos olhos, bem caladinhos, até que… chegou a comida! Vamos lá, duas de conversa rápida, que a comer não dá tanto jeito andar às voltas com o telemóvel (embora haja quem consiga!) e já voltamos ali. Já voltamos, não a falar, mas a calar ao telemóvel. Ele, afinal, não nos põe à conversa. Ele, afinal, põe-nos calados.
[Segunda leitura]
Milhares, milhões, biliões…Estou preocupado com a Pfizer. Mesmo. Então não é que, no último trimestre de 2021, essa big pharma teve receitas de ‘apenas’ 23,8 mil milhões de dólares, quando as previsões dos analistas financeiros estavam a apontar para receitas de 24,1 mil milhões de dólares?!… Então isto faz-se?!…
[Segunda leitura]
“Não é ainda o fim…”Eu não queria falar de covid, mas o raio do bicho não nos dá descanso.
[Segunda leitura]
À cata de boas notíciasNão é fácil dar de caras com boas notícias, elas não abundam mesmo – pelo menos, nas nossas televisões, nos nossos jornais, nos sítios da net que frequentamos. Às vezes, no entanto, uma salta-nos aos olhos a partir do ecrã.
[Segunda leitura]
Um murro no estômagoNão é muito difícil apanhar um murro no estômago, basta a gente pôr-se a jeito, e pôr-se a jeito pode ser abrir os olhos para as páginas de um jornal e ler um daqueles trabalhos que nos deixam a cara à banda, um aperto na garganta, um incómodo pelo corpo todo, um… um… um murro no estômago! Por exemplo: “Há crianças a trabalhar para nós neste preciso momento. Em toda a parte. Exatamente 160 milhões, segundo os dados oficiais. Os extraoficiais desconhecem-se”.
[Segunda leitura]
“It’s a long way to Tipperary…”Vizinhos preocupados. Estranharam a ausência. Sim, mas ao fim de um ano e meio. Entretanto, Nicholas e Hilary estavam mortos em sua casa. Sozinhos, as persianas baixadas, tudo em silêncio.
[Segunda leitura]
Notícia que não devia ser notícia“Quero que as pessoas conheçam o meu ‘eu’ real”, desabafou. O que pressupõe que, se não dissesse nada, o seu ‘eu’ real continuaria desconhecido. Porquê? Porque, não dizendo nada, as pessoas continuariam a pensar (como à partida pensam de todos os homens de todo o mundo…) que ele era heterossexual. Tão simples como isso. E tão problemático como isso, claro.”
[Segunda Leitura]
… E de novo tostões e milhões!Para o sr. Berardo, pelos vistos, um milhão de euros deve ser uma ninharia. Porque ele deve cerca de 900 milhões. Ou seja: gente como nós precisava de viver novecentas vidas para acumular esse montão de notas. E como é que alguém, no espaço de meia dúzia de anos, consegue ficar a dever 900 milhões de euros?… Como?…
[Segunda leitura]
A calar ao telemóvelA ironia disto é que um aparelho que foi feito para a gente falar serve agora, e cada vez mais, para a gente calar. Estamos à mesa com alguém, a conversa não sai ou não nos apetece que saia, ficarmos a olhar uns para os outros em silêncio é pouco agradável, e… puxamos do telemóvel. Pronto, já ficamos confortavelmente calados. Lemos notícias, vemos fotos, espreitamos vídeos, consultamos o Facebook ou o Instagram, lemos ou mandamos mensagens escritas, e por ali vamos estando, todos e cada um com o seu aparelhinho nas mãos e nos olhos, bem caladinhos, até que… chegou a comida! Vamos lá, duas de conversa rápida, que a comer não dá tanto jeito andar às voltas com o telemóvel (embora haja quem consiga!) e já voltamos ali. Já voltamos, não a falar, mas a calar ao telemóvel. Ele, afinal, não nos põe à conversa. Ele, afinal, põe-nos calados.
[Segunda leitura]
Milhares, milhões, biliões…Estou preocupado com a Pfizer. Mesmo. Então não é que, no último trimestre de 2021, essa big pharma teve receitas de ‘apenas’ 23,8 mil milhões de dólares, quando as previsões dos analistas financeiros estavam a apontar para receitas de 24,1 mil milhões de dólares?!… Então isto faz-se?!…
[Segunda leitura]
“Não é ainda o fim…”Eu não queria falar de covid, mas o raio do bicho não nos dá descanso.
[Segunda leitura]
À cata de boas notíciasNão é fácil dar de caras com boas notícias, elas não abundam mesmo – pelo menos, nas nossas televisões, nos nossos jornais, nos sítios da net que frequentamos. Às vezes, no entanto, uma salta-nos aos olhos a partir do ecrã.
[Segunda leitura]
Um murro no estômagoNão é muito difícil apanhar um murro no estômago, basta a gente pôr-se a jeito, e pôr-se a jeito pode ser abrir os olhos para as páginas de um jornal e ler um daqueles trabalhos que nos deixam a cara à banda, um aperto na garganta, um incómodo pelo corpo todo, um… um… um murro no estômago! Por exemplo: “Há crianças a trabalhar para nós neste preciso momento. Em toda a parte. Exatamente 160 milhões, segundo os dados oficiais. Os extraoficiais desconhecem-se”.
Direitos humanos
Presos políticos saharauis retomam greve de fome e denunciam represálias nas prisões marroquinas novidadeNove presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em três prisões marroquinas, exigindo o cumprimento de decisões dos mecanismos das Nações Unidas e denunciando as condições de detenção.
[Arquipélago Jerusalém]
O meu tio Fred novidadeContra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].
Bíblia da CEP
Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidadeA Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.
Ano Jubilar Sta Beatriz da Silva
50 anos da canonização – A primeira santa portuguesa “praticou a caridade de forma assídua” novidadeA Ordem da Imaculada Conceição celebra neste sábado, 3 de outubro de 2026, a data principal do seu Ano Jubilar: é o dia em que comemoramos os 50 anos da canonização da nossa primeira santa portuguesa e madre fundadora Beatriz da Silva.
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.