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Artigos de Manuel Alte da Veiga
De braço dado com Jürgen Moltmann

De braço dado com Jürgen Moltmann

Jürgen Moltmann aprofundava o conceito de vida: pela teologia feminista, pela filosofia e «descoberta» do corpo e dos sentidos; trabalhou em grupos carismáticos, feministas e ecológicos; organizando finalmente um célebre seminário sobre «Espiritualidade e Ética da Criação» (1990-1991).

De braço dado com Jürgen Moltmann

O menino que não se cansa de nascer

Este menino não se cansa de nascer porque em todas as peripécias da vida se foi unindo cada vez mais profundamente ao mistério de Deus. Porém, Deus não é um mistério: Deus é o mistério. O Homem é um mistério, o Universo um mistério… porque “se movem e existem” dentro de o mistério. E o menino de hoje aprendeu a saborear em tudo esse único e total mistério: na dor e prazer, tristeza e alegria, vida e morte e, sobretudo, na inquietante e inextrincável questão do Bem e do Mal.

De braço dado com Jürgen Moltmann

Palavra de Deus e violência do Homem

Dizer que só as bases da nossa religião são as únicas infalíveis e que os rituais com que a exprimimos são os únicos que nos podem garantir o seguro caminho da plena realização de cada pessoa e da harmonia universal – é uma das causas principais dos conflitos, guerras e crimes da Humanidade.

De braço dado com Jürgen Moltmann

Não é ilegal fazer reféns?

A esperança tem andado nas bocas do mundo, mas em tom menor. Cada vez mais como que se grita: dêem-nos razões para não perder a esperança! O Sínodo e o problema global da Ucrânia são dois exemplos de como vivemos um tempo que abala as convicções.

De braço dado com Jürgen Moltmann

Religião “versus” Evangelho?

Tenho sido adepto de que a dimensão religiosa está demasiado ausente na Igreja. Não é verdade que os actos de culto se reduziram muito a costumes sociais ou aos deveres de quem se diz bem-educado? Que temos de fingir dar importância a um credo sob vários aspectos mirabolante (o de Niceia-Constantinopla), com a pretensão de descrever Deus e sem nos fazer sentir a dignidade, responsabilidade e prazer de ser cristão?

De braço dado com Jürgen Moltmann

Ensaio de um testamento vital

À luz da Páscoa: que celebra as dores e angústias da nossa última cena no teatro da vida; o silêncio vazio da morte; e finalmente a experiência daquela Luz simbolizável pelas auroras boreais, aquela Luz desejada por todas as noites humanas – dei por mim a pensar nos testamentos vitais. Mais exactamente, como eu desejaria o cenário e actuação de todos os figurantes ligados à minha última cena.

De braço dado com Jürgen Moltmann

Deus ajuda a quem se ajuda

À pandemia seguiu-se a seca e rebentou Putin. O mais grave, porém, é que todos nos comportámos como sentinelas ensonadas – até por conveniência pessoal. Ao pedir ajuda a Deus, será que damos a devida importância ao reconhecimento da culpa que nos cabe – por actos, pensamentos e omissões?

De braço dado com Jürgen Moltmann

Está bem?

Pai querido – tão perfeito
Que possuis todo o amor de Mãe:
Queremos reconhecer a dignidade do teu Nome
E que sejas o nosso inspirador e orientador
Pois a tua vontade é a felicidade perfeita.

De braço dado com Jürgen Moltmann

De braço dado com Jürgen Moltmann

Jürgen Moltmann aprofundava o conceito de vida: pela teologia feminista, pela filosofia e «descoberta» do corpo e dos sentidos; trabalhou em grupos carismáticos, feministas e ecológicos; organizando finalmente um célebre seminário sobre «Espiritualidade e Ética da Criação» (1990-1991).

De braço dado com Jürgen Moltmann

O menino que não se cansa de nascer

Este menino não se cansa de nascer porque em todas as peripécias da vida se foi unindo cada vez mais profundamente ao mistério de Deus. Porém, Deus não é um mistério: Deus é o mistério. O Homem é um mistério, o Universo um mistério… porque “se movem e existem” dentro de o mistério. E o menino de hoje aprendeu a saborear em tudo esse único e total mistério: na dor e prazer, tristeza e alegria, vida e morte e, sobretudo, na inquietante e inextrincável questão do Bem e do Mal.

De braço dado com Jürgen Moltmann

Palavra de Deus e violência do Homem

Dizer que só as bases da nossa religião são as únicas infalíveis e que os rituais com que a exprimimos são os únicos que nos podem garantir o seguro caminho da plena realização de cada pessoa e da harmonia universal – é uma das causas principais dos conflitos, guerras e crimes da Humanidade.

De braço dado com Jürgen Moltmann

Não é ilegal fazer reféns?

A esperança tem andado nas bocas do mundo, mas em tom menor. Cada vez mais como que se grita: dêem-nos razões para não perder a esperança! O Sínodo e o problema global da Ucrânia são dois exemplos de como vivemos um tempo que abala as convicções.

De braço dado com Jürgen Moltmann

Religião “versus” Evangelho?

Tenho sido adepto de que a dimensão religiosa está demasiado ausente na Igreja. Não é verdade que os actos de culto se reduziram muito a costumes sociais ou aos deveres de quem se diz bem-educado? Que temos de fingir dar importância a um credo sob vários aspectos mirabolante (o de Niceia-Constantinopla), com a pretensão de descrever Deus e sem nos fazer sentir a dignidade, responsabilidade e prazer de ser cristão?

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Ensaio de um testamento vital

À luz da Páscoa: que celebra as dores e angústias da nossa última cena no teatro da vida; o silêncio vazio da morte; e finalmente a experiência daquela Luz simbolizável pelas auroras boreais, aquela Luz desejada por todas as noites humanas – dei por mim a pensar nos testamentos vitais. Mais exactamente, como eu desejaria o cenário e actuação de todos os figurantes ligados à minha última cena.

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À pandemia seguiu-se a seca e rebentou Putin. O mais grave, porém, é que todos nos comportámos como sentinelas ensonadas – até por conveniência pessoal. Ao pedir ajuda a Deus, será que damos a devida importância ao reconhecimento da culpa que nos cabe – por actos, pensamentos e omissões?

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Pois a tua vontade é a felicidade perfeita.

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

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Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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