AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Manuel Alte da Veiga
O meu divórcio e o voto de pobreza

O meu divórcio e o voto de pobreza

Foi nas meditações de quem entra numa nova vida (em 1967) que me dei conta do valor dos meus votos; e que, entre todos, o mais precioso e fundamental para uma vida 100% humana era o voto de pobreza.

O meu divórcio e o voto de pobreza

Os desafios dos bispos em França

“Ao padre que sabe muito e fala bem ainda lhe falta o coração e a humanidade.” Um bom mote do cardeal António Marto para alguns artigos meus anteriores e que abre caminho para aprofundar o que é “ter vocação” – e não só para sacerdote ou consagrado. É também uma boa maneira de abordar o tema da sexualidade perante os escândalos na hierarquia da Igreja Católica (não só, infelizmente).

O meu divórcio e o voto de pobreza

“E juntou-se aos seus antepassados…”

Ser próximo de quem se vai despedindo traduz-se num estímulo para continuar com mais ardor a verdadeira missão no mundo de quem nos passa o testemunho, por mais jovem ou desprotegido que seja. As nossas festas e diversões, estudo ou trabalho duro, manifestações de amizade e amor… tudo pode ser feito de maneira a tornar melhor o mundo que nos foi entregue. E deixando boas dicas para quem nos sucederá.

O meu divórcio e o voto de pobreza

O meu Credo sempre renovado

O Sínodo católico de 2021-23 alerta para a falta de congruência entre o que professamos e o como vivemos. Ora o Credo de Niceia é sobretudo uma tentativa de justificação filosófica do desenvolvimento histórico da maneira de compreender o Deus professado e vivido por Jesus Cristo. Mas as suas posições dogmáticas tornaram-se belicosas, como se alguns “chefes” católicos quisessem gritar a condenação de todos os crentes que, de modo diferente, respeitam o mistério de Deus e a inteligência humana.

O meu divórcio e o voto de pobreza

Críticas a “Igrejas que afastam de Deus?”

Recebi várias críticas ao artigo em referência, duas delas cuidadosamente analíticas. Organizo-as em parágrafos (vários deles pertencem ao mesmo crítico), seguidos de breve comentário. De facto, devo a muitos padres uma excelente educação e formação. Mas também devo dizer que muitos outros falhavam, até perigosamente, no campo das relações humanas.

O meu divórcio e o voto de pobreza

Igrejas que afastam de Deus?

Igrejas que afastam de Deus? São aquelas que não sabem ligar o sagrado ao profano. E porquê? Porque faltam “padres cultos e capazes de dialogar”, como dizia recentemente, com toda a naturalidade, Lídia Jorge. Utilizo “igrejas” não no sentido de templo ou instituição hierárquica, mas de comunidades dos crentes em Jesus Cristo. E baseio-me livremente nos vários artigos relacionados com Dimas de Almeida, publicados recentemente no 7MARGENS.

O pão nosso de crianças cegas

O pão nosso de crianças cegas

É o meu rito dominical: nas manhãs do canal France2, saborear a missa católica sem esquecer algumas amostras das cerimónias do islão, protestantismo, judaísmo e budismo, de que procuro tirar o maior proveito.

O pão nosso de crianças cegas

“O grito”

Quem não conhece a pintura a óleo de Edvard Munch, que é posta a par da Mona Lisa? Como é possível que uma tela inerte, fechada em si, no silêncio perpétuo, arraste o nosso olhar como quem é atraído pelo mais tremendo grito de solidão? Quantas vezes na vida sentimos que somos um grito que perdeu a voz? Não haverá ninguém que nos ouça?

O meu divórcio e o voto de pobreza

O meu divórcio e o voto de pobreza

Foi nas meditações de quem entra numa nova vida (em 1967) que me dei conta do valor dos meus votos; e que, entre todos, o mais precioso e fundamental para uma vida 100% humana era o voto de pobreza.

O meu divórcio e o voto de pobreza

Os desafios dos bispos em França

“Ao padre que sabe muito e fala bem ainda lhe falta o coração e a humanidade.” Um bom mote do cardeal António Marto para alguns artigos meus anteriores e que abre caminho para aprofundar o que é “ter vocação” – e não só para sacerdote ou consagrado. É também uma boa maneira de abordar o tema da sexualidade perante os escândalos na hierarquia da Igreja Católica (não só, infelizmente).

O meu divórcio e o voto de pobreza

“E juntou-se aos seus antepassados…”

Ser próximo de quem se vai despedindo traduz-se num estímulo para continuar com mais ardor a verdadeira missão no mundo de quem nos passa o testemunho, por mais jovem ou desprotegido que seja. As nossas festas e diversões, estudo ou trabalho duro, manifestações de amizade e amor… tudo pode ser feito de maneira a tornar melhor o mundo que nos foi entregue. E deixando boas dicas para quem nos sucederá.

O meu divórcio e o voto de pobreza

O meu Credo sempre renovado

O Sínodo católico de 2021-23 alerta para a falta de congruência entre o que professamos e o como vivemos. Ora o Credo de Niceia é sobretudo uma tentativa de justificação filosófica do desenvolvimento histórico da maneira de compreender o Deus professado e vivido por Jesus Cristo. Mas as suas posições dogmáticas tornaram-se belicosas, como se alguns “chefes” católicos quisessem gritar a condenação de todos os crentes que, de modo diferente, respeitam o mistério de Deus e a inteligência humana.

O meu divórcio e o voto de pobreza

Críticas a “Igrejas que afastam de Deus?”

Recebi várias críticas ao artigo em referência, duas delas cuidadosamente analíticas. Organizo-as em parágrafos (vários deles pertencem ao mesmo crítico), seguidos de breve comentário. De facto, devo a muitos padres uma excelente educação e formação. Mas também devo dizer que muitos outros falhavam, até perigosamente, no campo das relações humanas.

O meu divórcio e o voto de pobreza

Igrejas que afastam de Deus?

Igrejas que afastam de Deus? São aquelas que não sabem ligar o sagrado ao profano. E porquê? Porque faltam “padres cultos e capazes de dialogar”, como dizia recentemente, com toda a naturalidade, Lídia Jorge. Utilizo “igrejas” não no sentido de templo ou instituição hierárquica, mas de comunidades dos crentes em Jesus Cristo. E baseio-me livremente nos vários artigos relacionados com Dimas de Almeida, publicados recentemente no 7MARGENS.

O pão nosso de crianças cegas

O pão nosso de crianças cegas

É o meu rito dominical: nas manhãs do canal France2, saborear a missa católica sem esquecer algumas amostras das cerimónias do islão, protestantismo, judaísmo e budismo, de que procuro tirar o maior proveito.

O pão nosso de crianças cegas

“O grito”

Quem não conhece a pintura a óleo de Edvard Munch, que é posta a par da Mona Lisa? Como é possível que uma tela inerte, fechada em si, no silêncio perpétuo, arraste o nosso olhar como quem é atraído pelo mais tremendo grito de solidão? Quantas vezes na vida sentimos que somos um grito que perdeu a voz? Não haverá ninguém que nos ouça?

Últimas Notícias

Últimas Notícias

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest