Há festivais onde se vai uma só vez e são como os amores de Verão. Depois, existem os outros, onde apetece voltar sempre e sempre, seja pelo ambiente, a música, a pacatez do lugar, ou porque as pessoas conseguem tornar o lugar diferente. E, onde vem ao de cima o conceito de comunidade, a resiliência (ou melhor, resistência) ganham cada vez mais força, mais ainda, em tempos de intolerância, xenofobia e falta de empatia. [Manuel Vitorino].












