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Artigos de Maria Aldina Brás
Maria Sklodowska-Curie

[Trago comigo - 8]

Maria Sklodowska-Curie

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o oitavo texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.[Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

Salvé Nossa Senhora com o Menino

O nosso querido e ilustre teólogo Frei Bento Domingues refere-se a Nossa Senhora como: a « grande Mãe» do divino e do humano, realçando ainda a estrutura e cultura maternal do povo português. Na sua liturgia dominical, católicos, e.g., maronitas comparam Maria à “boa Terra”. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

As noites silenciosas e divinas de Fátima

Caminhávamos de véspera, roupa, cobertores, alimentos à cabeça e nas mãos. Atravessávamos Amor, Conqueiros, Gândara dos Olivais, Leiria, almoçávamos nas escadas da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Leiria, e continuávamos a caminhar, Cortes, Soutocico, Chainça e lá chegávamos à tardinha à Cova de Iria. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

“Encantado jardim da minha infância”

No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

Testemunho de criança agora adulta

Nasci na terra, bem como os meus antepassados, nas variadas regiões do globo, e os meus pais morreram na terra. Entendes? No chão. Não havia parteiras, muito menos Maternidades. A minha mãe Maria era a personificação cristã da mulher e mãe. Desde pequenina acompanhava o pai dela nos trabalhos agrícolas, casou e continuava a acompanhar o meu pai no campo, quando ele estava presente. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

Entre Margens

Mãe Terra: Sementeiras e plantações

A Mãe Terra é uma metáfora para energias criativas, em que a Mãe é identificada com a Terra. A Mãe Terra pode ser interpretada como expressando ideias num sentido mais amplo, transmitindo não tanto a ideia de maternidade física, mas uma visão do mundo que se volta para a Terra e para a Alma, num espírito de regeneração. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

Entre Margens

A propósito da Laudato Si’: um comentário

Temos que estar particularmente atentos ao funcionamento sexista da linguagem. Utilizando sistematicamente uma palavra de género masculino, as de género feminino são inevitavelmente invisibilizadas, esquecidas e marginalizadas. Impõe-se, portanto, estarmos atentos/atentas. [Texto de Maria Aldina Brás].

Maria Sklodowska-Curie

[Trago comigo - 8]

Maria Sklodowska-Curie

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o oitavo texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.[Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

Salvé Nossa Senhora com o Menino

O nosso querido e ilustre teólogo Frei Bento Domingues refere-se a Nossa Senhora como: a « grande Mãe» do divino e do humano, realçando ainda a estrutura e cultura maternal do povo português. Na sua liturgia dominical, católicos, e.g., maronitas comparam Maria à “boa Terra”. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

As noites silenciosas e divinas de Fátima

Caminhávamos de véspera, roupa, cobertores, alimentos à cabeça e nas mãos. Atravessávamos Amor, Conqueiros, Gândara dos Olivais, Leiria, almoçávamos nas escadas da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Leiria, e continuávamos a caminhar, Cortes, Soutocico, Chainça e lá chegávamos à tardinha à Cova de Iria. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

“Encantado jardim da minha infância”

No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

[Entre Margens]

Testemunho de criança agora adulta

Nasci na terra, bem como os meus antepassados, nas variadas regiões do globo, e os meus pais morreram na terra. Entendes? No chão. Não havia parteiras, muito menos Maternidades. A minha mãe Maria era a personificação cristã da mulher e mãe. Desde pequenina acompanhava o pai dela nos trabalhos agrícolas, casou e continuava a acompanhar o meu pai no campo, quando ele estava presente. [Texto de Maria Aldina Brás].

“Somos o que os outros não acumularam no alqueire”

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Mãe Terra: Sementeiras e plantações

A Mãe Terra é uma metáfora para energias criativas, em que a Mãe é identificada com a Terra. A Mãe Terra pode ser interpretada como expressando ideias num sentido mais amplo, transmitindo não tanto a ideia de maternidade física, mas uma visão do mundo que se volta para a Terra e para a Alma, num espírito de regeneração. [Texto de Maria Aldina Brás].

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred novidade

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

7MARGENS é um jornal digital
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