“Escrevo como vítima. Escrevo como católica. Escrevo como alguém que ficou quando tantas outras partes de mim queriam fugir, que permaneceu quando teria sido mais fácil partir, alguém que continuou a rezar quando já mal tinha forças para acreditar, alguém que tentou não deixar a ferida transformar-se em afastamento total.” — testemunho de uma vítima de abuso numa das dioceses portuguesas





