A junção das palavras “mulheres” e “sacerdócio” gera sempre discussões amplas e posicionamentos divergentes. Para alcançarmos novas perspectivas, é imperativo assumir com honestidade todas as linhas argumentativas relativas à teologia sacramental, à dimensão eclesial da Igreja e, por fim, à leitura antropológica da cultura.[Texto de Pedro Fraga].





