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Artigos de Raquel Luís
Este é o nosso corpo, que não será entregue por vós

Dia Internacional da Mulher: A Igreja e as Mulheres

Este é o nosso corpo, que não será entregue por vós

Para representar a “Mulher”, encontramos duas figuras: Eva e Maria. A primeira, desobediente, é aquela com quem as mulheres são identificadas, enquanto que a segunda, imaculada, corresponde a quem elas deveriam ser. É Eva a tentadora e a responsável pelo pecado original, a que conduziu o homem a este. Ora, ainda hoje, quando uma mulher é violada, assediada ou sofre qualquer tipo de violência, continua-se a olhá-la como a provocadora, ou seja, a responsável pelo sucedido. Nós é que somos o perigo. [Texto de Raquel Luís]

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

Este texto surge como uma reflexão que preciso de fazer e partilhar, depois de me ter sido dito, por uma pessoa que pertence à hierarquia da Igreja, que tinha de escolher entre seguir esta instituição ou “outras ideologias” incompatíveis. Esta bifurcação foi-me apresentada depois de ter falado da importância dos movimentos cristãos participarem em acções populares cuja procura se encontra com o Evangelho. (Opinião de Raquel Luíz).

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

O que não está, mas brilha

Há alguns anos, numa mesa de café, uma mulher contou-me uma história. A sua infância acontecera numa casa muito pobre, iluminada apenas por brasas numa lata, num chão de terra. Era sobre estas que, com o dedo, desenhava, e as cores-fogo surgiam na escuridão que rouba as coisas de lugar. (Opinião de Raquel Luiz)

Este é o nosso corpo, que não será entregue por vós

Dia Internacional da Mulher: A Igreja e as Mulheres

Este é o nosso corpo, que não será entregue por vós

Para representar a “Mulher”, encontramos duas figuras: Eva e Maria. A primeira, desobediente, é aquela com quem as mulheres são identificadas, enquanto que a segunda, imaculada, corresponde a quem elas deveriam ser. É Eva a tentadora e a responsável pelo pecado original, a que conduziu o homem a este. Ora, ainda hoje, quando uma mulher é violada, assediada ou sofre qualquer tipo de violência, continua-se a olhá-la como a provocadora, ou seja, a responsável pelo sucedido. Nós é que somos o perigo. [Texto de Raquel Luís]

Mas nesta Caminhada pela Vida, não te vi

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Este texto surge como uma reflexão que preciso de fazer e partilhar, depois de me ter sido dito, por uma pessoa que pertence à hierarquia da Igreja, que tinha de escolher entre seguir esta instituição ou “outras ideologias” incompatíveis. Esta bifurcação foi-me apresentada depois de ter falado da importância dos movimentos cristãos participarem em acções populares cuja procura se encontra com o Evangelho. (Opinião de Raquel Luíz).

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Há alguns anos, numa mesa de café, uma mulher contou-me uma história. A sua infância acontecera numa casa muito pobre, iluminada apenas por brasas numa lata, num chão de terra. Era sobre estas que, com o dedo, desenhava, e as cores-fogo surgiam na escuridão que rouba as coisas de lugar. (Opinião de Raquel Luiz)

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“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

“Depressa passas de bestial a besta” novidade

“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

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