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Papa, Iraque, Francisco

Balanço da viagem do Papa ao Iraque em debate no 7M: reconstrução, política e uma mão branca a acenar fora do carro preto

| 09/03/2021

Papa, Iraque

O Papa terminou esta segunda-feira a sua visita ao Iraque. Foto © Facebook/Vatican Media.

 

O encontro do Papa com o Grande Ayatollah Ali al-Sistani, líder espiritual dos muçulmanos xiitas, foi um dos momentos mais importantes da viagem de Francisco ao Iraque, na opinião das três convidadas do 7MARGENS para fazerem um primeiro balanço do acontecimento, que terminou nesta segunda-feira com o regresso de Francisco ao Vaticano.

No debate intervêm Irene Guia, religiosa das Escravas do Sagrado Coração de Jesus, que esteve dois anos (2016-18) no Curdistão iraquiano a trabalhar com o Serviço Jesuíta aos Refugiados; Catarina Martins Bettencourt, directora nacional da Ajuda à Igreja que Sofre, instituição que tem apoiado vários projectos de reconstrução no Iraque e que publica de dois em dois anos o relatório Liberdade Religiosa no Mundo; e Sofia Lorena, jornalista do Público, que acompanha as questões do Médio Oriente e esteve já no Iraque em reportagem.

A conversa, que decorreu ao início da tarde desta segunda-feira, quando o Papa Francisco estava a aterrar em Roma, começou por abordar os momentos e ideias mais significativos da viagem; percorreu, depois, as histórias dramáticas do Iraque nos últimos anos e as propostas do Papa para reconstruir o país e as vidas estilhaçadas; discutiu o papel das organizações internacionais no apoio à reconstrução e a intervenção que a comunidade internacional (nomeadamente a União Europeia, neste semestre da presidência portuguesa); e questionou a dimensão política do perdão em situações como a do Iraque.

O registo integral do debate pode ser visto no vídeo a seguir:

 

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