“Basta. Parem estas execuções”, pedem bispos dos EUA a Trump

| 24 Set 20

O arcebispo Paul Coakley, responsável pelo comité de Justiça Interna e Desenvolvimento Humano na conferência episcopal católica dos EUA (USCCB), e o arcebispo Joseph Naumann, encarregado das ações pró-vida no mesmo organismo, assinaram esta semana um comunicado onde pedem, perentoriamente, ao Presidente Donald Trump e ao procurador-geral William Barr que ponham fim às execuções dos condenados à pena de morte a nível federal, retomadas em julho após uma suspensão de quase duas décadas.

“Dizemos ao Presidente Trump e ao procurador-geral Barr: Basta. Parem estas execuções.”, pode ler-se no comunicado, divulgado esta terça-feira, 22 de setembro, no site da USCBB. “Nos últimos 60 anos, antes de a Administração Trump ter reiniciado as execuções federais, houve apenas quatro execuções federais. Desde julho, houve cinco, o que já é mais do que as execuções federais levadas a cabo no último século”, sublinham. “E há mais duas execuções agendadas para esta semana.”

De acordo com os bispos católicos, “as execuções são completamente desnecessárias e inaceitáveis” e o papel da Igreja deverá ser o de “dar ajuda concreta às vítimas de violência” e “encorajar a reabilitação e recuperação daqueles que cometem violência”.

 

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Inicio o meu quarto ano de uma escrita a que não estava habituada, a crónica jornalística. Nos primeiros três anos escrevi sobre a interculturalidade. Falei sobre o modo como podemos, por hipótese, colocar as culturas moçambicanas e portuguesa a dialogarem. Noutras vezes, inclui a cultura judaica, no diálogo com essas culturas. De um modo geral, tenho-me questionado sobre a cultura, nas suas diferentes manifestações: literatura, costumes, comportamentos sociais, práticas culturais, modos de ser, de estar e de fazer.

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