Fátima

Bispo de Aveiro evoca situação “dramática” dos “irmãos do Afeganistão”

| 14 Set 21

Peregrinos em Fátima na eucaristia com que encerrou a peregrinação de 13 de Setembro. Foto © Santuário de Fátima

 

O bispo de Aveiro evocou nesta segunda-feira, 13, a situação “dramática” dos “irmãos do Afeganistão”, na eucaristia com que encerrou a peregrinação internacional de 13 de Setembro ao Santuário de Fátima.

“A preocupação pelos necessitados, a atenção aos doentes, o acolhimento aos estrangeiros e refugiados, a assistência aos presos, o cuidado dos mais pequenos e débeis sempre fizeram parte do discipulado cristão”, afirmou D. António Moiteiro, na celebração a que presidiu no recinto de oração, citado pela Ecclesia.

O presidente da celebração afirmou que “não há seguimento de Jesus sem missão a cumprir” e “não é verdadeiro seguidor” quem não se interessa pela sua missão libertadora e salvadora, quem “não se preocupa com os sofrimentos do povo”, com a sua fome religiosa, “a sua sede de Deus, o seu desejo de aprender, de rezar, de se comprometer”.

“Maria é a imagem de quem se confiou plenamente ao amor de Deus manifestado e comunicado em Jesus Cristo”, acrescentou António Moiteiro, referindo que os apelos ouvidos em Fátima em 1917 são “um sinal e prolongamento da solicitude materna daquela que exorta a ouvir e a seguir Jesus”.

O bispo recordou ainda que a acção evangelizadora dos primeiros cristãos tinha como objectivo “levar a pessoa a transformar-se” e a incorporar-se “ativamente no grupo dos discípulos de Jesus, a viverem em comunhão”.

 

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