Política de imigração

Bispos criticam decisão do Supremo americano

| 26 Ago 21

tijuana mexico fronteira eua migrantes foto Simeyla

Sinal indicando aos migrantes o caminho para entrarem nos Estados Unidos a pé, na cidade mexicana de Tijuana. Foto © Simeyla.

 

“Com esta decisão, a situação vai piorar. Ela não foi tomada tendo em conta o bem das pessoas. É muito trágico”, comentou o arcebispo de San Antonio no Texas (EUA), Gustavo García-Siller, a propósito de o Supremo Tribunal de Justiça ter reposto em vigor legislação da administração Trump que obriga quem solicita asilo a aguardar fora das fronteiras do país pela resposta ao seu pedido.

O arcebispo fez estas declarações ao jornalista John Lavenburg do jornal digital católico Crux, que esta quinta-feira, 26, publicou também o depoimento do bispo de Santa Fé (Novo México-EUA), John Wester: “Do meu ponto de vista como pastor, o que mais me incomoda é que esta política coloca as pessoas em perigo imediato. A política de permanência no México é muito perigosa para estas pessoas.” Os seus pedidos de asilo “não estão a ser tratados aqui [nos EUA], como deveriam, por lei, sê-lo” e ainda “estão a ser colocados numa situação terrível”.

O número de mexicanos (e outros latino-americanos) que procuram entrar ilegalmente nos Estados Unidos não tem parado de aumentar, em parte por não obterem resposta quando tentam fazê-lo através de meios legais. Por outro lado, as populações mexicanas perto da fronteira com os EUA não têm capacidade para acolher, tratar, alimentar, ou prestar cuidados básicos de saúde aos milhares de migrantes que querem entrar nos Estados Unidos e são repatriados pelas forças policiais norte-americanas.

 

Pregos no caixão

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Como resultado de uma evolução e saturação pessoais, cheguei ao ponto de ter medo, no próprio e exacto sentido da palavra, cada vez que vejo um padre ou um bispo aparecer na TV ou ser transcrito num jornal, porque é imensa a possibilidade de das suas bocas sair forte asneira e de os seus gestos e trejeitos serem comprometedores.

“Só posso agir como cristão, como me dita a consciência”

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Domingo, 17 de Outubro, no programa Página 2, da RTP2, António Moncada Sousa Mendes, autor do livro Aristides de Sousa Mendes – Memórias de um Neto evocou a memória do seu avô. Foi um depoimento também a referir essa perspectiva e a recordar o longo caminho de Aristides até este dia que o 7MARGENS pediu ao neto do primeiro português a ser declarado Justo Entre as Nações.

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Pandemia teve impacto devastador sobre liberdade de informação

Relatório da Amnistia Internacional

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“Os ataques à liberdade de expressão por parte de governos, combinados com uma enchente de desinformação por todo o mundo durante a pandemia da covid-19, tiveram um impacto devastador sobre a capacidade das pessoas para acederem a informação precisa e oportuna, que as ajudasse a lidar com a crescente crise de saúde global.” A conclusão é da Amnistia Internacional.

Os dias não têm 24 horas

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E se de repente nos viessem dizer que cada dia passaria a ter apenas 16 ou 17 horas? Com a falta de tempo de que sempre nos queixamos iríamos, decerto, apanhar um susto. Não saberíamos como resolver tamanho corte e, com imensa probabilidade, entraríamos em stresse, esse companheiro que nos boicota a vida num padrão que, como alguém disse, se traduz por excesso de presente.

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