AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Ucrânia. Criança

“Aumento acentuado”

Cada vez mais crianças morrem na Ucrânia por causa da guerra

| 17/04/2024

Ucrânia. Criança

“Acima de tudo, as crianças na Ucrânia devem ter a oportunidade de viver em paz e desfrutar novamente da sua infância”. Foto © UNICEF/UNI448430/Hrom

O número de crianças mortas em território ucraniano devido à guerra com a Rússia está a subir exponencialmente. Em março, pelo menos 57 crianças morreram e, já durante os primeiros dez dias de abril, 23 perderam a vida.

“A UNICEF está profundamente preocupada com o aumento acentuado do número de crianças mortas na Ucrânia por causa da intensificação dos ataques em várias zonas, 780 dias desde a escalada da guerra”, afirma Munir Mammadzade, representante na Ucrânia desta organização das Nações Unidas de apoio humanitário à infância, numa declaração oficial citada pelo Vatican News, portal de notícias do Vaticano.

Segundo dados provenientes do Gabinete do Alto-Comissário para os Direitos Humanos, pelo menos 57 crianças foram mortas ou feridas em março deste ano, o que corresponde ao dobro do número de fevereiro. “Receamos que este padrão possa continuar. Dez dias após o início do mês de abril, pelo menos 23 crianças já foram mortas ou feridas em ataques, de acordo com os relatórios”, acrescenta Mammadzade.

“Milhares de habitações, escolas e hospitais foram danificados ou destruídos. Os ataques a infraestruturas críticas, incluindo nas últimas semanas, provocaram cortes de energia que interromperam o abastecimento de água, os cuidados de saúde, a educação e outros serviços vitais para as crianças”, sublinha o delegado da UNICEF.

Mammadzade lembra, ainda, que as crianças são protegidas ao abrigo do direito internacional humanitário e que a sua morte ou mutilação constituem violações graves desta legislação. “As crianças na Ucrânia correm o risco de serem mortas ou feridas todos os dias. Os ataques contra crianças e civis devem cessar. As crianças não são um alvo. Devem ser protegidas em todos os momentos”, apela.

“Acima de tudo, as crianças na Ucrânia devem ter a oportunidade de viver em paz e desfrutar novamente da sua infância”, conclui este membro da UNICEF.

Desde fevereiro de 2022, mês em que começou a guerra entre a Rússia e a Ucrânia já morreram ou foram feridas milhares de pessoas, entre as quais 1957 são crianças. Este número, proveniente de relatórios verificados pela ONU, poderá ser aproximado, estimando-se que o valor real seja muito superior.

 

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidade

Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest

Share This