"E se fosse eu"?

Campanha do JRS chega ao fim com testemunhos de migrantes

| 9 Fev 2023

campanha do jrs "e se fosse eu?", cartaz

campanha do jrs “e se fosse eu?”, cartaz

 

O Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) em Portugal assinalou esta quinta-feira, 9 de fevereiro, a conclusão da campanha “E se fosse eu?”, com um encontro que contou com os testemunhos de diversos migrantes que foram auxiliados pela instituição.

No encontro, que decorreu na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa, participaram também Sebastião Martins, diretor do projeto “Une Histoire Bizarre” (peça teatral com 15 pessoas refugiadas, que conta as histórias de um jovem médico num campo de refugiados), Ghalia Taki, membro da primeira família síria a chegar a Portugal, e a gestora do projeto ‘Viver o Desporto – Abraçar o Futuro’, do Comité Olímpico de Portugal, Maria Machado.

A campanha, que arrancou no início de janeiro, tinha como objetivo sensibilizar a sociedade para a “realidade da população migrante”, nomeadamente “os diversos desafios que enfrentam para a sua integração no país que os acolhe”.

 

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Irritações e sol na cara

Irritações e sol na cara novidade

“Todos os dias têm muito para correr mal, sim. Mas pode-se passar pela vida irritado? Apitos e palavras desagradáveis, respirações impacientes, sempre com o “não posso mais” na boca.” – A crónica de Inês Patrício, a partir de Berlim

A cor do racismo

A cor do racismo novidade

O que espero de todos é que nos tornemos cada vez mais gente de bem. O que espero dos que tolamente se afirmam como “portugueses de bem” é que se deem conta do ridículo e da pobreza de espírito que ostentam. E que não se armem em cristãos, porque o Cristianismo está nas antípodas das ideias perigosas que propõem.

Agenda

Fale connosco

Autores

 

Pin It on Pinterest

Share This