Bombas na Páscoa de 2019

Cardeal de Colombo acusa Governo de falsa investigação

| 16 Ago 2021

Atentado em 21 abril 2019: O primeiro socorro às vítimas, após o atentado na igreja de São Sebastião. Foto © ACN Portugal

 

O arcebispo de Colombo, cardeal Malcom Ranjith, classificou como “peixe miúdo” as 25 pessoas oficialmente acusadas pela investigação policial do Sri Lanka na semana passada como autores dos ataques bombistas do Domingo de Páscoa, 21 de abril de 2019, que causaram a morte de 269 pessoas. O responsável da Igreja Católica acusou o Governo de não querer dar passos significativos para encontrar o “peixe graúdo” verdadeiramente responsável pelos atentados.

Na conferência de imprensa dada no dia 13 de agosto e citada pelo Vatican News, o cardeal exortou os católicos a expressarem publicamente a sua indignação pelo resultado da investigação policial, incitando a que cada um “coloque no próximo dia 21 de agosto uma bandeira negra em frente da sua casa, instituição ou mercado como um símbolo forte do protesto silencioso.”

Malcom Ranjith recordou que o atual presidente Gotabaya Rajapaksa vencera as eleições de novembro de 2019 prometendo identificar os autores dos atos terroristas um mês após a sua investidura, para concluir: “Os verdadeiros assassinos devem ser identificados e o país tem de saber a verdade. Os nossos políticos não querem acabar com esta cultura de morte. O terrorismo traz-lhes vantagens e eles continuam o seu caminho egoísta sem ligarem às lágrimas e ao sofrimento das pessoas.”

 

Felizes os meninos de mais de 100 países – incluindo Portugal – que participam na Jornada Mundial das Crianças

Este fim de semana, em Roma

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Foi há pouco mais de cinco meses que, para surpresa de todos, o Papa anunciou a realização da I Jornada Mundial das Crianças. E talvez nem ele imaginasse que, neste curto espaço de tempo, tantos grupos e famílias conseguissem mobilizar-se para participar na iniciativa, que decorre já este fim de semana de 25 e 26 de maio, em Roma. Entre eles, estão alguns portugueses.

Cada diocese em Portugal deveria ter “uma pessoa responsável pela ecologia integral”

Susana Réfega, do Movimento Laudato Si'

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A encíclica Laudato Si’ foi “determinante para o compromisso e envolvimento de muitas organizações”, católicas e não só, no cuidado da Casa Comum. Quem o garante é Susana Réfega, portuguesa que desde janeiro deste ano assumiu o cargo de diretora-executiva do Movimento Laudato Si’ a nível internacional. Mas, apesar de esta encíclica ter sido publicada pelo Papa Francisco há precisamente nove anos (a 24 de maio de 2015), “continua a haver muito trabalho por fazer” e até “algumas resistências à sua mensagem”, mesmo dentro da Igreja, alerta a responsável.

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Bispo José Ornelas: “Estamos a mudar o paradigma da Igreja”

Terminou a visita “ad limina” dos bispos portugueses

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“Penso que estamos a mudar o paradigma da Igreja”, disse esta sexta-feira, 24 de maio, o bispo José Ornelas, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), numa conversa com alguns jornalistas, em plena Praça de S. Pedro, no Vaticano, em comentário ao que tinha acabado de se passar no encontro com o Papa Francisco e às visitas que os bispos lusos fizeram a vários dicastérios da Cúria Romana, no final de uma semana de visita ad limina.

O mundo precisa

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O mundo precisa, digo eu, de pessoas felizes para que possam dar o melhor de si mesmas aos outros. O mundo precisa de gente grande que não se empoleira em deslumbrados holofotes, mas constrói o próprio mérito na forma como, concretamente, dá e se dá. O mundo precisa de humanos que queiram, com lealdade e algum altruísmo, o bem de cada outro. – A reflexão da psicóloga Margarida Cordo, para ler no 7MARGENS.

“Política americana sobre Gaza está a tornar Israel mais inseguro”

Testemunho de uma judia-americana que abandonou Biden

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Esta é a história-testemunho da jovem Lily Greenberg Call, uma judia americana que exercia funções na Administração Biden que se tornou há escassos dias a primeira figura de nomeação política a demitir-se de funções, em aberta discordância com a política do governo norte-americano relativamente a Gaza. Em declarações à comunicação social, conta como foi o seu processo interior e sublinha como os valores do judaísmo, em que cresceu, foram vitais para a decisão que tomou.

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