A Cáritas de Lisboa acaba de aderir ao protocolo celebrado entre o Patriarcado de Lisboa e o Grupo Cuidar da Casa Comum em Santa Isabel, com o objetivo de “contribuir para a conversão ecológica da diocese”. O primeiro passo será a realização de um autodiagnóstico, seguindo-se a definição das ações a implementar em toda a Rede Cáritas Lisboa, de acordo com os “objectivos Laudato Si’” propostos pelo Dicastério do Desenvolvimento Humano Integral.
“O Grupo Cuidar da Casa Comum em Santa Isabel, que tomou a iniciativa de celebrar um protocolo com o Patriarcado de Lisboa em maio deste ano, irá trabalhar em conjunto com a Cáritas Diocesana de Lisboa para apoiar as entidades e grupos que desejem percorrer este caminho de conversão ecológica conscientes dos desafios que a nossa Casa Comum enfrenta”, adianta a instituição em comunicado enviado ao 7MARGENS.
O protocolo destina-se a “apoiar paróquias, comunidades, movimentos e instituições sociais da diocese a concretizar projetos de redução da sua pegada energética e de partilha de produção de energia de fontes renováveis com famílias suas vizinhas em situação de pobreza energética”.
A iniciativa surge no âmbito da celebração dos 50 anos de constituição da Cáritas de Lisboa e do desafio lançado pelo Papa Leão XIV durante o “Tempo da criação” – que se assinalou no mês de outubro – em que este sublinhava a “necessidade urgente de promover a conversão ecológica, a justiça social, económica e antropológica”.
Foi esse apelo que “desafiou a Cáritas de Lisboa a tomar a consciência de que a destruição da natureza afeta sobretudo os mais excluídos e marginalizados e agir em conformidade”, afirma o a instituição.
“A Cáritas de Lisboa como estrutura do Patriarcado de Lisboa pretende, por isso,
contribuir para a conversão ecológica da diocese de Lisboa através da sua ação direta e do trabalho social que desenvolve na Rede Cáritas com as Cáritas Paroquiais e todas as entidades da Igreja de Lisboa com quem se relaciona”, conclui o comunicado.










