Cáritas Moçambique auxilia desfavorecidos perante aumento do fosso entre ricos e pobres

| 24 Jan 19

O fosso entre ricos e pobres tem aumentado, em Moçambique, denuncia o presidente da Cáritas Moçambicana, bispo Alberto Vera, que afirma que a organização humanitária da Igreja reitera, perante essa situação, o seu apoio aos mais necessitados, sobretudo nas zonas rurais, noticiou o Vatican News.

Em 2018, a Cáritas realizou várias atividades de prevenção de riscos das calamidades naturais (cheias, seca e ciclones), saneamento básico, e fortalecimento das estruturas da Cáritas ao nível das dioceses. Nesse campo, o bispo apela à unidade das Cáritas diocesanas de todo o país para “unirem esforços na resposta aos que sofrem.” O também bispo de Nacala lamenta a tendência do individualismo em Moçambique, onde as pessoas, critica, não se preocupam com o sofrimento dos outros.

Breves

"Nada cristãs"

Ministro russo repudia declarações do Papa novidade

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, descreveu como “nada cristãs” as afirmações do Papa Francisco nas quais denunciou a “crueldade russa”, especialmente a dos chechenos, em relação aos ucranianos. Lavrov falava durante uma conferência de imprensa, esta quinta-feira, 1 de dezembro, e referia-se à entrevista que Francisco deu recentemente à revista America – The Jesuit Review.

Boas notícias

De presépios a vagens de baunilha, ONG propõem presentes de Natal solidários

Apoio ao desenvolvimento

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Há opções para todos os gostos, e para todas as carteiras também. Várias Organizações Não Governamentais (ONG) portuguesas de apoio ao desenvolvimento aproveitam a época natalícia para propor presentes solidários e, com a sua venda, angariar fundos para a sustentabilidade das suas missões. E nem precisa de sair casa para adquiri-los.

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As canções que romperam o silêncio aflito

Música popular no Estado Novo

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A canção apresenta-se neste livro como um objeto único para reconstituir a história cultural de uma era, como nos avisa a mensagem inscrita na contracapa. E essa época está bem definida no subtítulo deste Silêncio Aflito: “A sociedade portuguesa através da música popular (dos anos 40 aos anos 70)” — e assim está também situado o regime ditatorial do Estado Novo que oprimiu Portugal até 1974 e, à época, as então colónias.

Silêncio: a luz adentra no corpo

Pré-publicação 7M

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A linguagem não é só palavra, é também gesto, silêncio, ritmo, movimento. Uma maior atenção a estas realidades manifesta uma maior consciência na resposta e, na liturgia, uma qualidade na participação: positiva, plena, ativa e piedosa. Esta é uma das ideias do livro Mistagogia Poética do Silêncio na Liturgia, de Rafael Gonçalves. Pré-publicação do prefácio.

Pessoas

Presidente evoca papel dos ciganos na Restauração da Independência

Cavaleiro-fidalgo Jerónimo da Costa destacado

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O Presidente da República enviou uma mensagem a saudar o Dia da Restauração, “em que valorosos guerreiros nos deram livre a Nação, um dia importante e significativo da História de Portugal, em que o Povo Português recuperou a sua independência, num movimento no qual, com os conjurados de 40, muitos se implicaram, descontentes com a situação do País, aquém e além-mar, e com as suas condições de vida”.

Sete Partidas

Desobediência

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Recentemente fui desafiada a algo que não esperava. Provavelmente deveria começar a ensinar a minha filha a prevaricar, disse-me o meu pai. Foi a palavra escolhida. O sentido era o de rebeldia, de desobediência. Eu fiquei a pensar.

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Entre margens

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Sinto-me um pouco embaraçada. Perguntam-me: como correu o encontro com os meus amigos no Porto e, afinal de contas: o que é isto de “Juntos pela Europa”? O que é que 166 pessoas de 19 países diferentes, de 45 movimentos e comunidades de oito igrejas, podem fazer em conjunto, quando “os semelhantes atraem os semelhantes” e a diversidade é raramente – ou talvez nunca – uma força de coesão? E sem falar das diferentes visões geopolíticas, culturais, históricas, confessionais e, além disso: o que farão agora os russos e os ucranianos, que também estiveram presentes?

A vida por inteiro, uma ode ao amor de Deus

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É difícil descortinar Deus na vida toda: a que nos agrada e a que não nos agrada, a que nos edifica e a que nos abate, a que entendemos e a que nos lança na escuridão. Todos os dias vivemos muitos momentos que nos atiram para tudo isso, e só não percebemos estas nuances se não as quisermos ver. É fácil encontrarmos Deus quando a vida corre bem: tudo encaixa, os nossos talentos estão à vista e vão crescendo, somos reconhecidos, acordamos com vontade para novos dias, que vão ser cheios de coisas boas, previsíveis nas suas causas e nos seus efeitos.

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