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Amnistia Internacional, direitos humanos, Índia, UE

Maratona de Cartas da Amnistia Internacional

Cartas e ações que mudam o mundo

| 01/05/2022

Amnistia Internacional, direitos humanos, Índia, UE

Vigília da Amnistia Internacional, no Palácio de Cristal no Porto, 6 Maio 2021, em defesa do respeito pelos direitos humanos na Índia, antecedendo a cimeira da UE com o primeiro-ministro da Índia. Foto © Amnistia Internacional – Portugal.

 

A Amnistia Internacional registou mais de 4,5 milhões de ações de defesa dos direitos humanos em todo o mundo durante a campanha da Maratona de Cartas que decorreu em 2021 e princípios de 2022. Só em Portugal foram recolhidas mais de 128 mil assinaturas e enviadas mais de quatro mil mensagens de solidariedade.

O relatório internacional detalha o que foi realizado para chamar a atenção para os dez casos pessoais elegidos para a campanha do ano passado. Entre eles conseguiu-se a libertação de Bernardo Caal Xol, guatemalteco, sindicalista e incansável defensor dos direitos das comunidades indígenas, do ambiente e do direito à terra, que tinha sido injustamente preso pelas suas ações pacíficas contra a construção de duas hidroelétricas no rio Cahabón. A campanha foi apoiada por mais de 511 mil pessoas (das quais mais de 20 mil de Portugal).

Também Magai Matiop Ngong, natural do Sudão do Sul, que tinha sido injustamente condenado a enforcamento quando tinha apenas 15 anos, foi libertado dia 22 de março, depois de ter sido retirado do corredor da morte em 2020. A Amnistia desencadeara em 2020 uma campanha que recolheu mais de 760 mil cartas (quase 30 mil em Portugal) a favor da libertação de Ngong.

 

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