
“Pedalar sem Idade” foi um dos 719 projetos de voluntariado ativos em Cascais durante o ano que passou. Foto © Câmara Municipal de Cascais
Portugal tem, pela primeira vez, uma cidade “Capital do Voluntariado”, e essa cidade é… Cascais. A cerimónia de abertura da Capital Portuguesa do Voluntariado 2024 acontece esta segunda-feira, 29 de janeiro, entre as 17 e as 20 horas, no Palácio da Cidadela de Cascais, com o lançamento de um serviço municipal exclusivamente dedicado ao voluntariado e de uma agenda de eventos também ligados a esta temática.
Ao longo do ano, todos os voluntários e organizações promotoras de voluntariado em Cascais terão acesso gratuito a programas de formação certificada, bem como a diversos workshops de partilha de boas práticas promovidos pelos diferentes serviços municipais, adianta o comunicado da Confederação Portuguesa do Voluntariado, promotora da iniciativa.
Entre os vários eventos já programados com o objetivo de valorizar e reconhecer publicamente a importância do trabalho voluntário, destaca-se o Festival do Voluntariado, que terá lugar a 24 e 25 de maio.
Na qualidade de Capital Portuguesa do Voluntariado, Cascais terá também a seu cargo a organização do X Encontro Intermunicipal do Voluntariado, a acontecer em novembro deste ano.
Ainda no decorrer de 2024, o município irá ainda candidatar-se ao Selo de Qualidade para o Voluntariado Join4Change. Este selo é cofinanciado pela Fundação Calouste Gulbenkian através do Programa Cidadania Ativa e constituiu um sistema de valorização da qualidade de práticas de gestão de programas de voluntariado.
Escolhida pela CPV entre inúmeras cidades candidatas, Cascais reconheceu, só em 2023, o trabalho de 104 organizações promotoras de voluntariado, que desenvolveram 719 projetos de voluntariado, e um total de 17.274 voluntários que realizaram cerca de 1,260,564 horas de voluntariado, sublinha a nota à imprensa.
Com esta iniciativa, a CPV pretende “contribuir para colocar no topo da agenda nacional o voluntariado e o seu incontornável valor para as pessoas e para as nossas comunidades, reconhecer o investimento dos municípios – atores fundamentais na mobilização da população, e na criação de oportunidade de participação cívica -, e incentivar o crescimento não só do número de pessoas que praticam o voluntariado, como a sua qualificação e o seu impacto pessoal e social”.









