As primeiras palavras de alguém são as mais esperadas, melhor registadas, que ficam e permanecem. Estou atento às primeiras palavras que os pastores (bispos) da Igreja Católica proferem na sua tomada de posse. Tais palavras serão uma alavanca impulsionada pela aragem nova e fresca, marcando as diferenças ao que se está habituado – a “quotidianidade”. [Texto de Serafim Falcão].












