Há um silêncio falante e meditante (como ars meditandi), que é eloquente, grávido de palavra significativa, que revela a verdade das coisas, da realidade e de nós mesmos. Um silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente, que está lá discretamente, como uma atmosfera a envolver-nos, precisamente como oratio interior silenciosa. [Texto de João Paulo Costa]












