China quer que clérigos tenham amor pelo Partido Comunista

| 15 Abr 2021

bispo Paulo Ma Cunguo China, Foto Asia News sem creditos

O bispo Paulo Ma Cunguo, da diocese de Shouzhou (província de Shanxi), foi o sexto bispo clandestino a ser reconhecido pelas autoridades chinesas e o sexto a integrar a Associação Patriótica Católica chinesa desde o acordo assinado em 2018 entre a China e o Vaticano. Foto: Direitos reservados.

 

O governo chinês aprovou um novo decreto que exige que todos os clérigos na China manifestem o seu “amor pelo Partido Comunista”.

De acordo com a Sociedade Internacional para os Direitos Humanos (ISHR), com sede em Frankfurt, citada pela revista católica The Tablet, o novo decreto é “mais uma medida totalitária para limitar a liberdade religiosa”. O decreto aplica-se a todas as religiões, ou seja, lamas budistas, clérigos cristãos, imãs muçulmanos e outros líderes religiosos.

O “Decreto No.15” já foi emitido em janeiro pelo Escritório Nacional para Assuntos Religiosos em Pequim para “administração” em instituições religiosas. Entra em vigor no próximo dia 1 de maio.

Os clérigos serão obrigados a “manter a unidade nacional, a unidade étnica, a harmonia religiosa e a estabilidade social”. Não devem de forma alguma “pôr em perigo a segurança nacional”, “minar a unidade nacional” ou “dividir o país”.

 

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