Após décadas a forçar o filho único

China restringe aborto, preocupada com a baixa natalidade

| 28 Set 21

Menina chinesa a ler. @Foto de Jerry Wang on Unsplash

 

 O governo chinês divulgou esta segunda-feira, 27 de setembro, planos que visam reduzir o número de abortos, como uma das medidas para contrariar a baixa taxa de natalidade no país.

Segundo o diário Washington Post, a meta, que consta de um extenso documento sobre a saúde da mulher, será a redução dos “abortos não médicos”, não estando especificado se a via a seguir será o aumento do uso de anticoncetivos ou as restrições ao acesso aos abortos legais.

A República Popular da China atingiu em 2019 o valor mais baixo da taxa de natalidade desde há 60 anos. Durante as últimas décadas a política oficial foi limitar de forma forçada o número de filhos por casal a um. Em paralelo, o aborto estava amplamente liberalizado.

Em maio último, foi anunciada a decisão de permitir que cada casal possa ter três filhos, mas muitos agora preferem não ter mais de um, invocando os custos e as exigências profissionais.

A medida agora anunciada segue-se a outras restrições ao aborto já aplicadas desde 2018. Na rede social chinesa Weibo, surgiram de imediato os comentários de mulheres, inquietas e à procura de mais pormenores sobre o alcance da legislação anunciada.

 

Um caderno para imprimir e usar

Sínodo 2021-23

Um caderno para imprimir e usar novidade

Depois de ter promovido a realização de dois inquéritos sobre o sínodo católico 2021-23, o 7MARGENS decidiu reunir o conjunto de textos publicados a esse propósito num caderno que permita uma visão abrangente e uma utilização autónoma do conjunto. A partir de agora, esse caderno está disponível em ligação própria.

Esta é a Igreja que eu amo!

Esta é a Igreja que eu amo! novidade

Fui um dos que, convictamente e pelo amor que tenho à Igreja Católica, subscrevi a carta que 276 católicas e católicos dirigiram ao episcopado português para que, em consonância e decididamente, tomassem “a iniciativa de organizar uma investigação independente sobre os crimes de abuso sexual na Igreja”.

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Fale connosco

Pin It on Pinterest

Share This