Comunidade do Rato traz o claustro para a cidade para repensar práticas do jejum e caridade

| 28 Fev 21

Consolata, Missionários, Refugiados, Cacém

Lava-pés com refugiados na casa do Cacém dos Missionários da Consolata. Foto © Ecclesia.

 

Estimular a imaginação criativa das tradicionais práticas penitenciais do jejum, da esmola (caridade) e da oração é a ideia do ciclo de encontros de Quaresma que a comunidade da Capela do Rato, em Lisboa, propõe durante três semanas, a partir da próxima quarta-feira, 3 de Março.

A partilha será dinamizada por pessoas integradas em comunidades religiosas e monásticas, “procurando estabelecer pontos de convergência entre a vida religiosa em comunidade e o actual contexto das nossas famílias em confinamento”, explica a comunidade, na notícia sobre a iniciativa, na sua página na internet.

“Do claustro para o mundo, do mundo para o claustro. Comunhão solidária de esperanças e angústias” é o título genérico da série. O primeiro dos encontros (dia 3), com o tema “Era estrangeiro e acolheste-me – Abrir a casa e o coração ao estranho”, terá a participação do padre Ermanno Savarino (Missionários da Consolata), que contará a experiência da sua comunidade no Cacém (Sintra), no acolhimento a refugiados e no exercício do diálogo intercultural e inter-religioso.

No dia 10, Carlos Antunes, monge cisterciense do Mosteiro do Sobrado (Galiza) e autor do livro Só o Pobre se faz Pão (ed. Paulinas), falará sobre “Nem só de pão vive o ser humano – O jejum: espaço para a hospitalidade”. O último encontro (17 de Março) terá como convidada a irmã Maria do Carmo Tovar, monja beneditina do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz, Santo Tirso), partilhará a sua experiência sobre o tema “Entra no teu quarto e reza em segredo – A fecundidade do silêncio e da solidão”

Os encontros decorrem todos às 19h e serão transmitidos em directo através de plataformas digitais, podendo qualquer pessoa interessada aceder através da ligação preparada para as três sessões.

 

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