
Ainda estão a ser apurados os motivos e autores deste duplo ataque, que aconteceu ao fim de meses de intensificação das tensões entre israelitas e palestinianos. Foto publicada na conta de Twitter Israel ישראל.
A Comunidade Israelita de Lisboa manifestou, em comunicado divulgado nas redes sociais, “a sua condenação e pesar pelos ataques terroristas ocorridos em Jerusalém por volta das 7 horas da manhã de hoje [quarta-feira, 23 de novembro] e que causaram a morte de uma pessoa e cerca de 20 feridos, alguns dos quais permanecem em estado crítico”.
“Enviamos as nossas sentidas condolências à família do jovem estudante morto e os votos de uma rápida recuperação aos feridos”, pode ler-se na nota.
Também o Congresso Judaico Europeu (EJC, na sigla inglesa) expressou “o seu horror e condenação face aos ataques terroristas contra civis e passageiros em Jerusalém nesta manhã”.
“Estes ataques cobardes e brutais têm como alvo civis inocentes e visam induzir medo e terror. Eles demonstram, mais uma vez, as reais intenções das organizações terroristas palestinianas de mutilar e matar israelitas e judeus onde quer que estejam”, afirmou o presidente do EJC, Ariel Muzicant.
Na sequência de ataques mortais em Israel, a partir de março, o exército israelita realizou mais de duas mil ofensivas na Cisjordânia. Estes ataques e os confrontos por vezes a eles associados causaram a morte a 125 palestinianos, o maior número de vítimas em sete anos, de acordo com a ONU.
Sem reclamar responsabilidade pelos ataques de Jerusalém, o movimento islamista palestiniano Hamas, no poder na Faixa de Gaza, considerou-os “o preço dos crimes e agressões de Israel contra o povo” palestiniano.










