A visão do diretor-geral da OMS

Comunidades religiosas são “vitais na luta contra a covid-19”

| 2 Set 2021

Tedros Adhanom Ghebreyesus, foto Ivars Kupcis/WCC

“As organizações baseadas na fé são as mais confiáveis”, defendeu Tedros Adhanom Ghebreyesus durante um encontro inter-religioso em Genebra. Foto © Ivars Kupcis/WCC.

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou o importante papel que as comunidades religiosas têm desempenhado na luta contra a pandemia de covid-19. O responsável falava durante um encontro em Genebra, que reuniu na passada segunda-feira, 30, diversos representantes religiosos, ministros, embaixadores, e organizações não governamentais.

“Todos nós temos um papel a desempenhar – governos, organizações internacionais, fundações, o setor privado, organizações da sociedade civil e organizações baseadas na fé… Envolver e capacitar as comunidades é essencial em todas as áreas, mas especialmente na resposta a crises”, disse Tedros.

O responsável da OMS destacou o “papel particularmente importante” que as comunidades religiosas têm desempenhado “no financiamento, confiança, apoio, conforto, orientação e informação” para “muitas pessoas”.

De acordo com Tedros Ghebreyesus, a luta contra a pandemia passa por “manter as comunidades saudáveis e seguras, envolvidas, informadas e capacitadas por líderes e instituições nas quais confiam para se protegerem, e as organizações baseadas na fé são as mais confiáveis”, sublinhou.

O encontro, intitulado “Diálogo sobre a covid-19 e consequências para a cooperação multilateral global, foi moderado pelo ex-primeiro-ministro da Noruega, Kjell Magne Bondevik, e contou com a participação do Conselho Mundial de Igrejas e da Liga Muçulmana Mundial.

 

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Irritações e sol na cara

Irritações e sol na cara novidade

“Todos os dias têm muito para correr mal, sim. Mas pode-se passar pela vida irritado? Apitos e palavras desagradáveis, respirações impacientes, sempre com o “não posso mais” na boca.” – A crónica de Inês Patrício, a partir de Berlim

A cor do racismo

A cor do racismo novidade

O que espero de todos é que nos tornemos cada vez mais gente de bem. O que espero dos que tolamente se afirmam como “portugueses de bem” é que se deem conta do ridículo e da pobreza de espírito que ostentam. E que não se armem em cristãos, porque o Cristianismo está nas antípodas das ideias perigosas que propõem.

Agenda

Fale connosco

Autores

 

Pin It on Pinterest

Share This