Conversas sobre doutrina social católica evocam José Dias da Silva

| 19 Jan 19

Um ciclo de quatro Conversas sobre Doutrina Social da Igreja – lembrando José Dias da Silva tem início segunda-feira, 21 de Janeiro, às 21h30, em Coimbra. Neste primeiro debate, o tema será a dignidade da pessoa e serão intervenientes Teresa Toldy, professora universitária e autora de um livro sobre teologia feminista, e Lisa Matos, consultora do Gabinete Europeu sobre Migrações e Asilo.

Sempre à mesma hora e às segundas-feiras, uma vez por mês, sucedem-se debates sobre o bem comum (11 de Fevereiro, com o advogado Nuno Gonçalves e o escritor Jacinto Lucas Pires), o destino universal dos bens (11 de Março, com o padre e vice-reitor da Universidade Católica, José Manuel Pereira de Almeida e o antigo ministro da Justiça e também escritor Laborinho Lúcio) e a opção pelos pobres (15 de Abril, com Teresa Vasconcelos, da Comissão Nacional Justiça e Paz, e Sérgio Aires, do comité executivo da Rede Europeia Anti-Pobreza). Os debates decorrem no Instituto Universitário Justiça e Paz (Couraça de Lisboa, 30) e são promovidos pelo IUJP e a Comunidade de Acolhimento João XXIII.

 

Breves

Boas notícias

Outras margens

Cultura e artes

Cinema

Interiormente perturbador

Quase no início d’O Acontecimento, já depois de termos percebido que o filme iria andar à volta do corpo e do desejo, Anne conclui que se trata de um texto político. Também esta obra cinematográfica, que nos expõe um caso de aborto clandestino – estamos em França, nos anos 60 –, é um filme político.

Crónicas portuguesas dos anos 80

As causas que sobrevivem às coisas

O Portugal de A Causa das Coisas e de Os Meus Problemas, publicados nos anos 80, fazem sentido neste século XXI? Miguel Esteves Cardoso ainda nos diz quem e o que somos nós? Haverá coisas que hoje se estranham, nomes fora de tempo, outras que já desapareceram ou caíram em desuso. Já as causas permanecem. Pretexto para uma revisitação a crónicas imperdíveis, agora reeditadas.

Carta a Filémon

A liberdade enquanto caminho espiritual

A Epístola a Filémon – um dos mais pequenos escritos do Novo Testamento – constitui o estímulo e o contexto para uma bela reflexão sobre a vivência da liberdade enquanto caminho espiritual. Adrien Candiard – dominicano francês a residir na cidade do Cairo – consegue em breves páginas apresentar um exercício de leitura rico e incisivo sobre a qualidade da vida cristã, mantendo um tom coloquial próprio do contexto de pequenos grupos nos quais este livro encontrou a sua origem.

Pessoas

Sete Partidas

Ser pai no inverno da Estónia

Estou a viver na Estónia há oito anos e fui pai recentemente. Vim para aqui estudar e, como acontece a muitos outros portugueses espalhados por esse mundo, apaixonei-me por uma mulher deste país, arranjei trabalho, casei e o mais recente capítulo da minha história é o nascimento do meu filho, no mês de dezembro de 2021.

Visto e Ouvido

Agenda

[ai1ec view=”agenda”]

Ver todas as datas

Entre margens

“A longa viagem começa por um passo”, recriemos… novidade

Inicio o meu quarto ano de uma escrita a que não estava habituada, a crónica jornalística. Nos primeiros três anos escrevi sobre a interculturalidade. Falei sobre o modo como podemos, por hipótese, colocar as culturas moçambicanas e portuguesa a dialogarem. Noutras vezes, inclui a cultura judaica, no diálogo com essas culturas. De um modo geral, tenho-me questionado sobre a cultura, nas suas diferentes manifestações: literatura, costumes, comportamentos sociais, práticas culturais, modos de ser, de estar e de fazer.

O Sínodo dos Bispos não é o sínodo da Igreja novidade

Está a Igreja Católica Romana a caminhar para mais um Sínodo dos Bispos, a acontecer em 2023, e para isso toda uma máquina funciona no sentido da obtenção de mais diretivas ao serviço do Evangelho. Vamos lá lembrar o que está a acontecer: já não é a primeira vez que se realiza um Sínodo dos Bispos para refletir sobre algumas questões colocadas, sem que, no entanto, se sintam alterações substantivas ao funcionamento da Igreja, dando vitalidade ao seu caminhar.

A roseira que defende a vinha: ainda a eutanásia

Há tempos, numa visita a uma adega nacional conhecida, em turismo, ouvi uma curiosa explicação da nossa guia que me relembrou imediatamente da vida de fé e das questões dos tempos modernos. Dizia-nos a guia que é hábito encontrar roseiras ao redor das vinhas como salvaguarda: quando os vitivinicultores encontravam algum tipo de doença nas roseiras, algum fungo, sabiam que era hora de proteger a vinha, de a tratar, porque a doença estava próxima.

Fale connosco

Dar voz ao silêncio

Contactos da Comissão Independente

https://darvozaosilencio.org/

E-mail: geral@darvozaosilencio.org

Telefone: (+351) 91 711 00 00

You have Successfully Subscribed!

Pin It on Pinterest

Share This