Covid-19 cresce entre migrantes em campos de detenção tailandeses

| 19 Mar 21

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Centro de detenção sobrelotado em Banguecoque. Foto divulgada por um detido em janeiro de 2020 e reproduzida na notícia da UCA News.

 

A maioria dos 77 migrantes vindos da Birmânia (Myanmar), Laos e Camboja, que foram encaminhados para dois sobrelotados campos de detenção tailandeses, contraiu a covid-19. De acordo com ativistas locais de direitos humanos, esta é a prova das péssimas condições a que são sujeitos os estrangeiros que entram ilegalmente na Tailândia, noticiou nesta sexta-feira, 19 de março, a agência UCA News.

“É como ter ido parar ao inferno. Muitos dos detidos estão doentes, mas, qualquer que seja a sua doença, só obtêm dos guardas aspirinas e analgésicos” – disse à UCA News um paquistanês cristão de Carachi, detido durante vários meses num conhecido centro de detenção em Banguecoque por ter permanecido no país após ter expirado o prazo de estadia previsto no seu visto.

Este é um expediente frequentemente utilizado pela minoria cristã paquistanesa para fugir do seu país, onde temem ser objeto de violência, incluindo assassinato. Alguns dos detidos permanecem nos centros de detenção por vários anos, sem qualquer proteção legal, por não existir enquadramento na lei tailandesa para refugiados político-religiosos.

 

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