
“Para se cumprir esta iniciativa durante todo o mês de Maio, será necessário mobilizar em cada dia pelo menos 48 pessoas”, explica a fundação pontifícia. Foto © Santuário de Fátima
Todos estão convocados – famílias, grupos escolares, paróquias, movimentos, congregações, ou pessoas individuais. O objetivo é garantir que, ao longo do mês de maio, a qualquer hora do dia ou da noite, haja sempre alguém a rezar o Terço, “pela paz, pelo fim de todas as guerras e pelo fim de toda a violência” no mundo. Para participar neste desafio lançado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), basta aceder ao site da instituição, selecionar um período de 30 minutos durante o qual se compromete a rezar… e depois não se esquecer de o fazer nesse período, claro.
“O objetivo da Fundação AIS é o de transformar este mês de maio, mês de Maria, numa grande jornada ininterrupta de oração pela paz. Para isso, será necessário haver sempre alguém a rezar o terço por esta intenção. Como a oração é a nossa arma mais poderosa, todos somos chamados para este combate. Para se cumprir esta iniciativa durante todo o mês de Maio, será necessário mobilizar em cada dia pelo menos 48 pessoas”, explica a fundação pontifícia, em comunicado enviado ao 7MARGENS.
“O mundo está em guerra, como tanto tem alertado o Papa Francisco. Está em guerra na Ucrânia, está em guerra na Terra Santa, mas está também em guerra no Sudão, em Mianmar, está em guerra, infelizmente, em muitos outros países e regiões”, alerta a diretora do secretariado português da Fundação AIS, Catarina Martins de Bettencourt, citada no comunicado. Por isso, apela, “rezar o Terço pela paz é cada vez mais urgente, é cada vez mais necessário”.
E acrescenta: “Há também, e é preciso não o esquecer nunca, milhões de pessoas vítimas de ataques terroristas, vítimas da violência de grupos armados que estão particularmente ativos no continente africano, como é o caso, por exemplo, de Cabo Delgado, no norte de Moçambique”.
Face a esta realidade, a responsável defende que “rezar pela paz, como pediu Nossa Senhora aos três pastorinhos em Fátima, é algo que todos podemos e devemos fazer. Não podemos mesmo é ficar indiferentes ao sofrimento de tantas pessoas, de tantas famílias, de tantos homens, mulheres e crianças”.
“Nós, na Fundação AIS, acreditamos profundamente no poder da oração. Que cada um de nós possa mobilizar a sua própria família, os amigos e colegas, a paróquia, a congregação, a escola, o grupo de catequese, os professores, os vizinhos… A mobilização de todos é importante, é fundamental”, sublinha a diretora da AIS em Portugal. “Rezar pela paz está nas nossas mãos”, conclui.









