Mensagem de Natal

Deus invade o comum, diz arcebispo de Cantuária

| 23 Dez 2021

justin welby arcebispo cantuaria foto catedral de cantuaria

No mundo em que vivemos, “mundo sofrido, complicado e dividido”, Jesus vem trazer a união, afirmou Justin Welby. Foto  © Catedral de Cantuária.

 

O arcebispo de Cantuária, Justin Welby, primus inter pares da Comunhão Anglicana (onde se integra a Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica), lembra aqueles que “enfrentam perseguição e opressão” no meio da “escuridão que os circunda”, o que leva muitas pessoas a achar difícil a experiência de Deus nas suas vidas. “Mas no Natal, Deus invade o comum”, nasceu de pais comuns, para viver uma vida “normal”, não com armadilhas do poder, mas livre para servir, diz, na sua mensagem de Natal, em que também refere as vozes “cheias de esperança e alegria pela promessa de Deus, agora cumprida no Cristo encarnado”.

Entre aqueles que visitaram Jesus de mãos vazias, refere no texto, estão “os mais baixos dos mais baixos”. O rosto de Jesus é o de uma criança que não aparece como guerreiro, mas “envolta num pano por sua mãe”. Será uma “tolice” responder aos poderosos com um bebé vulnerável, “num país dilacerado pela guerra”, como nos nossos tempos dilacerados pela guerra, dos problemas e dos conflitos. “Cada lágrima traz o Messias para mais perto” de cada um de nós, acrescenta.

No mundo em que vivemos, “mundo sofrido, complicado e dividido”, Jesus vem trazer a união. Por seu meio “nos foi dada a salvação”, escreve o primaz anglicano, e “por meio dele temos esperança, que antes se sentia sem esperança e perdida”. E acrescenta: “Por ele nos renovamos no amor uns pelos outros; possamos ser traduções vivas do mistério do Deus trinitário.”

Justin Welby lembra ainda Santo Agostinho: “Estejamos em paz com Deus: porque a justiça e a paz se abraçaram. Por nosso Senhor Jesus Cristo: porque a verdade surgiu da terra. Por meio de quem temos acesso à graça em que nos encontramos.”

Na mensagem, o arcebispo de Cantuária lembra ainda os “pais de Jesus”, como “pais comuns”. E refere os que enfrentam a perseguição e a opressão, ao mesmo tempo que lhes dirige uma mensagem de alegria e paz, pois “a justiça e a paz se abraçaram”.

 

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