Até às 24h00 desta terça-feira, dia 2 de junho, ainda pode responder ao inquérito lançado pelo 7MARGENS para aferir o modo como a Igreja Católica em Portugal nestes últimos cinco anos se tornou, ou não, uma Igreja mais sinodal. As notícias, comentários e opiniões que encheram este jornal logo após a publicação da encíclica Magnifica Humanitas, bem como o trabalho especial para celebrar o Dia da Criança, relegaram para segundo plano a chamada de atenção para o período final em que a sondagem ainda estava a decorrer.
Nesse contexto preferimos prolongar tal prazo e continuarmos a receber respostas dos leitores até ao final do dia de terça-feira. O formulário pode ser obtido aqui: https://tally.so/r/Pd2NxB e o seu preenchimento demora menos de 10 minutos.
Recordamos que esta é a primeira sondagem de âmbito nacional que procura conhecer que balanço fazem os católicos portugueses dos progressos realizados pela sua Igreja nos últimos cinco anos em direção à sinodalidade que o Papa Francisco desejava fosse uma característica fundamental do modo de ser e viver em Igreja. Vontade na qual foi seguido pelos padres e pelas madres sinodais reunidos em Roma nos últimos trimestres de 2023 e 2024.
Apesar de este ser um tema que diz respeito à vida da Igreja Católica, devido à relevância do processo desencadeado, todos os leitores, independentemente da sua religião ou tradição espiritual, são chamados a participar, tal como desde o início daquela que terá sido a maior auscultação mundial jamais realizada foi indicado pelo Vaticano.
O inquérito é promovido pelo 7MARGENS e as respostas destinam-se apenas a tratamento estatístico, sendo totalmente anónimas. Para impedir o preenchimento de vários questionários pela mesma pessoa, só é possível enviar apenas um a partir de cada acesso à internet. Deste modo, famílias em que várias pessoas queiram responder ao inquérito terão de o preencher e enviar a partir de vários pontos de acesso à internet além do de casa.
A sua opinião conta
Boa parte das perguntas que integram o formulário procuram saber qual a opinião do leitor sobre o que se avançou, sobre as oportunidades perdidas e o que ainda está por criar neste campo da sinodalidade, aos diferentes níveis das estruturas eclesiais, desde a comunidade ou grupo de base até à cúpula romana. Contudo, o inquérito não incide apenas sobre o balanço do passado recente, solicitando também resposta quanto às expectativas e desejos quanto ao futuro, nomeadamente quanto à importância que a Igreja Católica terá em Portugal, até que ponto ela será mais sinodal e o que será mais prioritário fazer para acelerar esta reforma em direção à sinodalidade.
Como já se escreveu aqui, a sua opinião conta. Ninguém a pode formular por si. Vale a pena, por isso, gastar algum tempo para avaliar com atenção e cuidado tudo quanto o processo do Sínodo sobre a sinodalidade significou para si enquanto encontro, participação, reflexão, abertura a outras pessoas e a outros modos de ser Igreja, construção de comunidade e repensar de prioridades pastorais. E também quanto ficou por realizar, foi frustrante e travado por todo o tipo de resistências e incapacidades.
Esta é uma oportunidade inédita no panorama da Igreja Católica em Portugal e, por isso, convidamos os leitores a solicitar às pessoas que conhecem e que estiveram de algum modo envolvidas ou interessadas pelo processo sinodal que também preencham o formulário.










