Diocese do Porto recorre ao “lay-off”

| 29 Abr 20

Sé do Porto

Sé do Porto. Foto © Alvesgaspar/Wikimedia Commons

 

A diocese do Porto recorreu ao lay-off para colaboradores e elementos do clero, de acordo com uma nota do ecónomo da diocese, padre Samuel Guedes, citada na Rádio Renascença. Este responsável esclarece que “uma parte dos seus colaboradores ficou abrangida pelo regime do lay-off simplificado”, lembrando que, em virtude da declaração do estado de emergência, “diversas paróquias e outras instituições canónicas ficaram totalmente privadas das suas receitas”. O ecónomo da diocese diz na nota que a decisão inclui “os elementos do clero ao serviço, quer das estruturas da diocese quer de qualquer uma das fábricas da Igreja responsáveis pelas nossas paróquias, e cujos direitos e deveres, neste contexto, são iguais aos de qualquer outro trabalhador”.

Já no caso das paróquias a decisão é “autónoma” e decorre das circunstâncias particulares de cada uma. A nota acrescenta que a diocese pretende que, logo que se reúnam condições “para que a vida dos cidadãos retome a sua normalidade”, o objectivo é também garantir aos trabalhadores da diocese em lay-off o regresso à estabilidade do emprego.

No fim-de-semana passado, soube-se que também na diocese de Angra uma meia centena de padres pondera aderir ao mesmo regime.

O lay-off é a redução temporária do período normal de trabalho ou a suspensão do contrato de trabalho, com o objectivo de recuperar a viabilidade da empresa e manter os postos de trabalho.

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